Ira e Pitty - Eu Quero Sempre Mais
Por Carlos Mejía Godoy
Adelante, marchemos compañeros
Avancemos a la revolución
Nuestro pueblo es el dueño de su historia
Arquitecto de su liberación
Combatientes del Frente Sandinista
Avancemos, es nuestro porvenir
Roja y negra,
La bandera nos cobija
Patria libre
A vencer o morir!
Los hijos de Sandino
Ni se venden
Ni se rinden
Luchamos contra el Yankee
Enemigo de la Humanidad
Adelante, marchemos compañeros…
Hoy, el amanecer
Dejo de ser
Una tentación
Mañana, algún dia
Surgirá un nuevo sol
Que habrá de iluminar toda la tierra
Que nos legaron
Los martires y héroes
Con caudalosos rios
De leche y miel
Adelante, marchemos Compañeros
Avancemos a la revolución
Nuestro pueblo es el dueño de su historia
Arquitecto de su liberación
Combatientes del Frente Sandinista
Avancemos es nuestro porvenir,
Roja y negra
La bandera nos cobija
Patria Libre
A vencer o morir!
Diego Cruz
da redação PSTU
Nas últimas semanas, a relativa calma dos mercados financeiros deu lugar ao aprofundamento da crise onde ela realmente se originou. A chamada economia real sente os efeitos do início de um período de grave crise e recessão. No Brasil, pego no contrapé de um período de crescimento nos últimos anos, a mudança está sendo brusca.
Anúncio da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) dá conta que a indústria automobilística, o setor da economia mais dinâmico nos últimos anos, teve uma traumática inversão entre setembro e outubro. A queda na venda de automóveis entre esses dois meses foi de 13,8%. O número de veículos licenciados caiu 15%. Queda de 2% em relação a 2007. Outubro registrou ainda a primeira queda na produção de veículos no ano e a primeira queda nas vendas em cinco anos.
A principal causa apontada para a crise no setor é a escassez do crédito. A Anfavea estima que 70% dos veículos vendidos no país hoje sejam financiados. Com a queda nas vendas e a previsão do agravamento da crise no próximo período, as principais montadoras anunciam férias coletivas e já abrem PDV (Programa de Demissão Voluntária), como é o caso da General Motors.
Pacote do governo
Diante do agravamento da crise, o governo anuncia quase que diariamente novas medidas para ajudar bancos e empresas. Além da liberação do compulsório para bancos, o governo também concede novas linhas bilionárias de financiamento para empresas.
No último dia 6, o ministro Guido Mantega divulgou, em reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, novos incentivos para estimular a economia. No total, o pacote de bondade do governo chega a quase R$ 20 bilhões. Prevê, além dos já anunciados R$ 4 bilhões do Banco do Brasil para os bancos das montadoras concederem crédito para a compra de veículos a prazo, mais cinco bilhões do banco para as pequenas e médias empresas.
Já o BNDES vai liberar mais R$10 bilhões para garantir o capital de giro e crédito às empresas, enfocando as empresas voltadas à exportação. O banco deve receber dinheiro do Tesouro para garantir esses recursos às empresas.
Outra medida do governo é a prorrogação de um mês para o recebimento de impostos das empresas, como PIS e Cofins. De acordo com o próprio governo, tal medida atrasa a entrada de R$ 20 bilhões no orçamento público.
O pacote do governo Lula agradou os empresários. ”Com tudo o que está sendo feito pelo governo, eu tenho orgulho de ser brasileiro”, chegou a declarar um efusivo Abílio Diniz, dono da rede de supermercados Pão de Açúcar.
Financiando o desemprego
As montadoras no país estão em crise e pedem ajuda. No entanto, as remessas de lucros ao exterior não cessam. As remessas para as matrizes no exterior chegaram a US$4,8 bilhões de janeiro deste ano a setembro. Ou seja, enquanto recebem R$4 bilhões do governo a fim de reaquecer a economia, remetem mais do que o dobro em dólares para cobrir o rombo das matrizes causado pela crise. Ao mesmo tempo, concedem férias coletivas e abrem PDV, colocando a perspectiva concreta de uma onda de demissões no setor a curto prazo.
O crédito liberado agora pelo governo, em tese, deveria ter sido concedido pelos bancos quando o governo alterou as regras do compulsório, despejando algo em torno de R$ 160 bilhões aos bancos. Os banqueiros, porém, ao invés de converter essa ajuda em crédito na praça, preferiram embolsar esse dinheiro, investir em títulos da dívida para lucrar com os altos juros do próprio governo.
Para o governo, no entanto, não tem problema. Se os bancos não liberam recursos, ele libera. Na democracia do governo Lula, não só os lucros dos banqueiros estão garantidos. Dos empresários também.
Os únicos que ficam de fora são os trabalhadores e a grande maioria da população. Previsões do governo dão conta que a receita do próximo ano sofrerá redução de R$ 15 bilhões, o que deve ser também o tamanho do corte do orçamento. Isso dá mais que todo o orçamento do Bolsa Família de 2008, de R$ 10 bilhões. Bem menos, porém, que a ajuda anunciada pelo governo nos últimos dias.
Áudio:
Ésta mañana me he levantado
oh bella ciao, bella ciao, bella ciao ciao ciao
Esta mañana me he levantado
y he descubierto al opresor.
Oh guerrillero, me voy contigo
oh…
Oh guerrillero me voy contigo,
porque me siento aquí morir.
Y si yo caigo en la guerrilla
oh…
Y si yo caigo en la guerrilla
coge en tu mano mi fusil.
Cava una fosa en la montaña
oh….
Cava una fosa en la montaña
a la sombra de una flor.
Así la gente cuando la vea
oh…
Así la gente cuando la vea
Gritará REVOLUCIÓN
Ésta es la historia de un guerrillero
oh…
Ésta es la historia de un guerrillero
muerto por la libertad.
A Internacional letra | mp3(pt) | mp3(ru) | mp3(fr) | ram | midi | partitura (pdf)
Letra: Eugène Pottier (1816-1887), Paris, Junho 1871; música: Pierre Degeyter (1848-1932), 1888. A Internacional foi composta para celebrar a Comuna de Paris (Março - Maio 1871).
Música Internacional
Jim Connell, 1889
Labour’s Call
Peadar Kearney, 1918
Joe Hill, 1911
Joe Hill, 1912
Martin Whelan
Martin Whelan
Arbetets söner (Filhos dos Trabalhadores)
Hino da Social-Democracia Suiça, letra: Henrik Menander, música: Nils P. Möller
Canção polonesa, composta no fim do século XIX; muito popular na Rússia durante as Revoluções de 1905 e de 1917.
Canção escrita para o 10º aniversário da Internacional Comunista, letra: Franz Jahnke, música: Hans Eisler, 1929
По долинам и по взгорьям / Les partisans
T. Aturov / S. Alimov
Cançao Revolucionária Italiana, letra: Carlo Tuzzi
Canção dos Partisans italianos, 1943
Canção dos Partisans italianos, música: M. Blanter ("Katyusha"), letra: Felice Cascione, 1944
Canção da Revolução Espanhola, música de "Varshavianka", letra: Valeriano Orobón Fernández, 1936
Hans Eisler / Bertold Brecht
Joe Hill, organizador do Industrial Workers of the World, executada em Utah, USA, em 1915; música: Earl Robinson
Luís Cília, 1967, Portugal
El pueblo unido jamás será vencido
Quilapayún / Sergio Ortega, 1970, Chile
Letra: Claudio Iturra, música: Sergio Ortega, 1970, Chile
大海航行靠舵手 (Navear os Mares depende do Timoneiro)
Canção Revolucionária Chinesa
Canção Revolucionária Chinesa
Carlos Puebla, 1965 (Cuba)
Carlos Puebla (Cuba)
Carlos Puebla (Cuba)
Carlos Puebla (Cuba)
Ángel Parra (Chile), Nicolás Guillen (letra) (Cuba)
Silvio Rodríguez, 1968 (Cuba)
Silvio Rodríguez, 1972 (Cuba)
Matio (France)
Víctor Jara (Chile), Rubén Ortiz
Sara González; Amaury Pérez (letra/música) (Cuba)
Atahualpa Yupanqui (Argentina)
Patricio Manns, 1969 (Chile)
Daniel Viglietti, 1965 (Uruguay)
Egon y Los Arachanes
Vicente Feliú (Cuba)
Canción fúnebre para el Che Guevara
Quilapayún (Chile), Juan Capra
Alma Morena
Miguel Ángel Filipini (Argentina)
Miguel Ángel Filipini (Argentina)
Inti-Illimani (Chile); Carlos Puebla (letra/música) (Cuba), 1969
Inti-Illimani (Chile); Víctor Jara (letra/música) (Chile), 1971
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