Arquivo de Livros
Livro de Daniel Bensaid inédito no Brasil disponibilizado para download
Como parte das homenagens ao companheiro e marxista revolucionário Daniel Bensaid, disponibilizamos em versão completa para download o livro Trotskismos.
No ano em que se comemoram os 70 anos da fundação da Quarta Internacional e os 35 da formação da LCI (Liga Comunista Internacionalista), a publicação em português do livro de Daniel Bensaïd sobre os trotskismos não poderia ser mais oportuna. Como o próprio autor afirma na nota introdutória: “Apesar de algum recuo relativo e do esforço de compreensão distanciada que procurei ter, não pretendo ter escapado à subjectividade inerente às experiências e comprometimentos pessoais”. Para Daniel Bensaïd, não se trata pois de elaborar uma história das correntes trotskistas, mas sim “de dar sentido às controvérsias políticas e teóricas que marcaram esta história agitada”.
Clique aqui para obter o arquivo
Para ter acesso ao livro, é só clicar em http://www.enlace.org.br/documentos-enlace/trotskismosdb.pdf/view
A fuga, livro de André Borges, será lançado dia 19/01.
Em seu novo livro, A fuga - presos políticos fogem para participarem da luta armada contra a ditadura, André Borges narra a sua longa trajetória nos cárceres do regime ditatorial e seu luta pela liberdade democrática em uma narrativa envolvente e realista dos acontecimentos da época.
André Borges é militante do Círculo Palmarino, fundador do IPDH - Instituto Palmares de Direitos Humanos e do MNDH.
A Editora Urbana e o Instituto Palmares de Direitos Humanos tem a honra que convidar a todos têm a honra de convidar para o seu novo livro A fuga. Na ocasião, haverá um coquetel.
Local: Instituto Palmares de Direitos Humanos
Av. Mem de Sá, 39 - Lapa - RJ
Data: 19 de janeiro 2010
19 horas.
Frei Tito: "Morrer para Viver"
Este é o título do livro de Bernard (Ben) Strik sobre a Luta do Frei TITO DE ALENCAR contra a ditadura militar. O Prefácio é do Frei Betto, companheiro do Frei Tito na mesma luta.
Ben Strik foi missionário no Brasil durante 20 anos, realizando trabalhos de apoio ao movimento popular no nordeste, no sudeste e na Amazônia. De retorno à sua pátria (Holanda), criou o "Brasil op Weg" (Brasil caminhando), uma ONG formada para levar o conhecimento do que se passava no Brasil, naqueles anos de chumbo, às comunidades católicas e protestantes holandesas. Traduzia canções brasileiras - cerca de 150 - para sua língua pátria e as cantava nas comunidades. Com isso, tornou conhecido o Brasil, a ditadura e seus crimes e conseguia ajuda financeira para dezenas de trabalhos de base por ele apoiado.
Sabendo da morte do Frei Tito, e conhecendo sua vida através da família Alencar e de muitas e incansáveis pesquisas, dedicou-se a escrever o livro, tendo como pano de fundo a história da colonização do Brasil, as lutas do povo e os crimes da ditadura. Foram vários anos de trabalho árduo.
O livro está à venda no Brasil em várias cidades. Em São Paulo, está sob os cuidados da Pastoral Operária da arquidiocese (11) 3106-5531 (com Lucas o Cidinha), assim como deste que vos escreve. Seu preço? R$ 40,00. Pagas as despesas com a edição do livro, o demais Ben Strik está destinando à compra da casa onde Frei Tito nasceu, que será o museu sobre sua vida, luta e morte.
Se alguém quiser adquirir o livro entre em contato. (Waldemar Rossi - walderossi@gmail.com)
MORRER PARA VIVER
A Luta de Tito de Alencar Lima contra a Ditadura Brasileira
De Ben Strik, com prefácio de Frei Betto, 719 páginas e mais de 200 ilustrações.
“Morrer para Viver” descreve a biografia de Frei Tito de Alencar Lima desde seu nascimento em 1945 até sua morte na França em 1974. Sua maneira de pensar, seus ideais. Sua luta contra a ditadura e seu exílio. Seu sofrimento depois das torturas físicas e mentais e sua morte. Para compreender seus motivos o livro esboça a negativa histórica do Brasil desde 1500 até hoje como a causa de seu idealismo fabuloso.
Sobre o autor
Ben Strik é holandês. Nasceu em 1923 e lutou contra os nazistas alemães na Segunda Guerra Mundial. Tornou-se sacerdote salesiano de Dom Bosco e trabalhou 22 anos no Brasil. A descoberta de semelhanças marcantes entre a vida dele e a de Frei Tito de Alencar Lima, deu a Ben Strik a idéia de fazer ouvir as razões que o levaram a dar sua vida por seus compatriotas oprimidos e abandonados.
Ao mesmo tempo, Ben Strik apresenta Frei Tito como um exemplo para todos os jovens do mundo, que, igualmente como ele, querem lutar por uma sociedade mais justa.
Encomenda e Informações
Editora “Brasilboeve”, Holanda
Paperback 2009-09-11
Parte da renda será para abrir um museu em honra de Frei Tito em Fortaleza
Livro homenageia Noel Rosa
Editora Expressão Popular lançará na próxima terça-feira, dia 8, livro do professor Luiz Ricardo Leitão sobre a vida e obra do Poeta da Vila
da Redação – Brasil de Fato
Às vésperas do ano de centenário de vida do músico e poeta Noel Rosa, a Editora Expressão Popular lançará na próxima terça-feira (8) o livro “Noel Rosa: Poeta da Vila, Cronista do Brasil”, de autoria do escritor, tradutor e professor Luiz Ricardo Leitão. O lançamento será realizado no Salão Nobre do Instituto de Letras da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).
No livro, o autor busca inserir Noel Rosa na galeria dos poetas e prosadores que, por meio de sua obra, contribuem para o entendimento do processo de formação socioespacial do país.
De acordo com Leitão, a obra é dividida em duas partes: “a primeira recapitula a vida e a obra musical do compositor; e a segunda é uma longa digressão sobre os motes explorados por Noel em suas canções, cujos temas são os mais amplos possíveis, desde os tradicionais motivos da metafísica amorosa até os mais prosaicos dilemas da vida cotidiana e as contradições da imprevisível política da nossa Bruzundanga”.
O lançamento do livro de Luiz Ricardo Leitão abre o ciclo de homenagens que serão prestadas à Noel Rosa em 2010, ano em que completaria 100 anos de vida. Noel Rosa nasceu em 1910 no bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, onde viveu e morreu aos 27 anos.
O autor explica que, na obra, “além de tecer algumas observações sobre a biografia do artista, associa a sua criação musical à obra de escritores como Gregório de Matos, Machado de Assis e Lima Barreto, todos eles mestres na sublime arte de interpretar o sentido e a formação do Brasil”.
Serviço:
Lançamento do livro “NOEL ROSA – POETA DA VILA, CRONISTA DO BRASIL”, escrito por Luiz Ricardo Leitão e ilustrado por Gilberto Maringoni.
Dia 8 de dezembro de 2009
Local: Salão Nobre do Instituto de Letras da UERJ
Rua São Francisco Xavier, 524, Bloco F, 11º andar, Maracanã, Rio de Janeiro.
A partir das 18h 30.
Programação
18h30 – Breve sessão de apresentação da obra ao público
Participação Musical: Duo Lacrimae & músicos da Banda CAp-UERJ
19h30 / 21h30 – Coquetel e noite de autógrafos
Livro resgata registros fotográficos de processos revolucionários
No livro "Revoluções" (Editora Boitempo), Michael Löwy reúne os principais registros fotográficos dos processos revolucionários do final do século XIX até a segunda metade do século XX. Para o organizador da obra, “as fotos de revoluções revelam ao olhar atento do observador uma qualidade mágica, ou profética, que as torna sempre atuais, sempre subversivas. Elas nos falam ao mesmo tempo do passado e de um futuro possível”. O livro percorre a diversificada experiência das lutas populares por meio de imagens raras, como as fotografias da Comuna de Paris, e clássicas, como as de Lenin e Trotski na Rússia
Redação - Carta Maior
Em um esforço inédito de compilação, o livro "Revoluções" reúne os principais registros fotográficos dos processos revolucionários do final do século XIX até a segunda metade do século XX. O livro convida o leitor a percorrer a diversificada experiência das lutas populares por meio de imagens raras, como as fotografias da Comuna de Paris, e clássicas, como as de Lenin e Trotski na Rússia. Para Michael Löwy, organizador da obra, “as fotos de revoluções revelam ao olhar atento do observador uma qualidade mágica, ou profética, que as torna sempre atuais, sempre subversivas. Elas nos falam ao mesmo tempo do passado e de um futuro possível”.
Além da documentação iconográfica, os acontecimentos históricos são narrados por intelectuais como Gilbert Achcar, Rebecca Houzel, Enzo Traverso, Bernard Oudin, Pierre Rousset, Jeanette Habel e o próprio Löwy. São ensaios ágeis que, a partir de registros fotográficos, retratam a Comuna de Paris, as revoluções Mexicana (1910–1920), Russas (1905 e 1917), Alemã (1918–1919), Húngara (1919), Chinesas (1911 e 1949), Cubana (1953–1967) e a Guerra Civil Espanhola (1936).
A edição brasileira conta com um capítulo exclusivo, no qual Löwy faz uma reflexão sobre os momentos de resistência que marcaram a história do Brasil. O livro traz também um texto, "A história não terminou", que passa em revista uma série de eventos transformadores dos últimos trinta anos: o Maio de 1968, a Revolução dos Cravos em Portugal (1974) e a Nicaraguense (1978–1979), a queda do Muro de Berlim (1989) e a sublevação zapatista de Chiapas (1994–1995).
A obra resgata, assim, a trajetória daqueles que viveram movimentos contra-hegemônicos e de inspiração igualitária, aliando rostos de anônimos que protagonizaram as lutas de classe a registros de dirigentes eternizados pela história, como Vladimir Lenin, Felix Dzerjinski, Leon Trotski, Béla Kun, Emiliano Zapata, Pancho Villa, Che Guevara e Fidel Castro.
Nas palavras de Luiz Bernardo Pericás, que assina a orelha do livro, “sucesso de público e crítica tão logo foi lançado na França, em 2000, Revoluções teve sua primeira edição esgotada rapidamente. As imagens e os ensaios que compõem este volume tornam-se imprescindíveis para a compreensão de alguns dos episódios mais bonitos e emocionantes da história universal contemporânea”.
Sobre o organizador
Nascido no Brasil, formado em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo, o sociólogo Michael Löwy vive em Paris desde 1969. É diretor emérito de pesquisas do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS). Homenageado, em 1994, com a medalha de prata do CNRS em Ciências Sociais, é autor de A teoria da revolução no jovem Marx (Vozes, 2002), Walter Benjamin: aviso de incêndio (Boitempo, 2005) e Lucien Goldmann ou a dialética da totalidade (Boitempo, 2009), dentre outras publicações. (Agência Carta Maior)
11a Festa do Livro da USP - 2009
25-26-27|11 das 9h ás 21h
Saguão do Prédio de Geografia e História da USP - FFLCH
Av. Prof. Lineu Prestes, 338 - Cidade Universitária - São Paulo / SP
http://www.edusp.com.br/eventos.asp
Infoproletários - Degradação real do trabalho virtual
Subtítulo: degradação real do trabalho virtual
Autor(a): Ricardo Antunes e Ruy Braga (orgs.)
Páginas: 256
Ano de publicação: 2009
ISBN: 978-85-7559-136-9
Preço: R$ 44,00
Infoproletários evidencia a associação oculta entre o uso de novas tecnologias e a imposição de condições de trabalho do século XIX em um dos setores considerados como mais dinâmicos da economia moderna, o informacional. Ao contrário do que é prometido pelos entusiastas deste novo segmento, os trabalhadores vivenciam uma tendência crescente de alienação do trabalho em escala global. A obra reúne uma série de ensaios que esquadrinham diferentes aspectos da rotina e do modo de vida daqueles que, apesar de frequentemente arruinarem suas vozes ao transformá-las em poderosos instrumentos de acumulação de capital, raramente são ouvidos.
A classe trabalhadora é retratada neste livro em duas representações polarizadas. De um lado, aparecem os operadores de telemarketing. Globalizados em sua relação social, totalizados em sua subordinação, monitorados em cada um de seus movimentos, punidos por cada infração às regras, resumem e simbolizam os novos trabalhadores atrelados ao resplandecente, porém inatingível, mundo do consumo. Sua imaginação é totalmente circunscrita e dirigida pelo capitalismo.
Já em outro extremo estão os aristocratas do cibertrabalho, os programadores de software, gabando-se e desfrutando de sua autonomia enquanto se movem em espiral pelo espaço e pelo tempo. Eles não são menos prisioneiros da própria individualidade, intoxicados por seu ilusório empreendedorismo.
Segundo Michel Burawoy, sociólogo que assina a orelha do livro, ”a obra aponta para a profunda transformação sofrida pela classe trabalhadora e o projeto de movimento internacional operário, ante os parâmetros verificados por Karl Marx em seu tempo. Apenas a articulação entre múltiplas identidades – de gênero, de nacionalidade, de raça, assim como de classe – forjadas em terrenos políticos que transcendam a produção imediata lhes permitirá se rebelar contra o mercado e desafi ar o capital global – mas, mesmo assim, apenas em um grau limitado e de uma forma fragmentária. Essa é certamente a mensagem deste livro – que revela a experiência cotidiana vivida por essa nova classe trabalhadora globalizada ligada aos serviços”.
Ensaios e autores
O trabalho do conhecimento na sociedade da informação: a análise dos programadores de software
Juan José Castillo
A construção de um cibertariado? Trabalho virtual num mundo real
Ursula Huws
A vingança de Braverman: o infotaylorismo como contratempo
Ruy Braga
O “trabalho informacional” e a reificação da informação sob os novos paradigmas organizacionais
Simone Wolff
Os trabalhadores das Centrais de Teleatividades no Brasil: da ilusão à exploração
Sirlei Marcia de Oliveira
O desenho do trabalho assalariado em empresas fidelizadoras da indústria de call centers no Brasil
Arnaldo Mazzei Nogueira e Fabrício Cesar Bastos
Centrais de Teleatividades: o surgimento dos colarinhos furta-cores?
Selma Venço
A identidade no trabalho em call centers: a identidade provisória
Cinara Lerrer Rosenfield
As trabalhadoras do telemarketing: uma nova divisão sexual do trabalho?
Claudia Mazzei Nogueira
Trajetórias profissionais e saberes escolares: o caso do telemarketing no Brasil
Isabel Georges
Século XXI: nova era da precarização estrutural do trabalho?
Ricardo Antunes
Apêndice
Capital fixo e o desenvolvimento das forças produtivas na sociedade
Karl Marx
Sobre os organizadores
Ricardo Antunes é professor de sociologia do trabalho na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e organizador de Riqueza e miséria do trabalho no Brasil (São Paulo, Boitempo, 2007). É autor de Adeus ao trabalho? (São Paulo, Cortez, 2003) e Os sentidos do trabalho (São Paulo, Boitempo, 1999), entre outros livros.
Ruy Braga é professor do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo e diretor do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania da USP (Cenendic). É autor de, entre outros livros, Por uma sociologia pública (com Michael Burawoy) (São Paulo, Alameda, 2009) e A nostalgia do fordismo: modernização e crise na teoria da sociedade salarial (São Paulo, Xamã, 2003).
Sobre a Coleção Mundo do Trabalho
Coordenação de Ricardo Antunes
Estudos sobre o trabalho, a sua centralidade na sociedade capitalista, a análise do sindicalismo, questões de gênero e o impacto das transformações trazidas
Lançamento do livro Infoproletários degradação real do trabalho virtual"
APROPUC-SP 13.11.09
Infoproletários degradação real do trabalho virtual
Ricardo Antunes e Ruy Braga (orgs.)
Lançamento no dia 13/11, sexta feira, com Ricardo Antunes, Ruy Braga e Francisco de Oliveira
A partir de 17h30, no Prédio de Filosofia e Ciências Sociais da USP (sala 18)
Infoproletários evidencia a associação oculta entre o uso de novas tecnologias e a imposição de condições de trabalho do século XIX em um dos setores considerados como mais dinâmicos da economia moderna, o informacional. Ao contrário do que é prometido pelos entusiastas deste novo segmento, os trabalhadores vivenciam uma tendência crescente de alienação do trabalho em escala global. A obra reúne uma série de ensaios que esquadrinham diferentes aspectos da rotina e do modo de vida daqueles que, apesar de frequentemente arruinarem suas vozes ao transformá-las em poderosos instrumentos de acumulação de capital, raramente são ouvidos.
A classe trabalhadora é retratada neste livro em duas representações polarizadas. De um lado, aparecem os operadores de telemarketing. Globalizados em sua relação social, totalizados em sua subordinação, monitorados em cada um de seus movimentos, punidos por cada infração às regras, resumem e simbolizam os novos trabalhadores atrelados ao resplandecente, porém inatingível, mundo do consumo. Sua imaginação é totalmente circunscrita e dirigida pelo capitalismo.
Já em outro extremo estão os aristocratas do cibertrabalho, os programadores de software, gabando-se e desfrutando de sua autonomia enquanto se movem em espiral pelo espaço e pelo tempo. Eles não são menos prisioneiros da própria individualidade, intoxicados por seu ilusório empreendedorismo.
Segundo Michel Burawoy, sociólogo que assina a orelha do livro, "a obra aponta para a profunda transformação sofrida pela classe trabalhadora e o projeto de movimento internacional operário, ante os parâmetros verificados por Karl Marx em seu tempo. Apenas a articulação entre múltiplas identidades - de gênero, de nacionalidade, de raça, assim como de classe - forjadas em terrenos políticos que transcendam a produção imediata lhes permitirá se rebelar contra o mercado e desafi ar o capital global - mas, mesmo assim, apenas em um grau limitado e de uma forma fragmentária. Essa é certamente a mensagem deste livro - que revela a experiência cotidiana vivida por essa nova classe trabalhadora globalizada ligada aos serviços".
Ensaios e autores
O trabalho do conhecimento na sociedade da informação: a análise dos programadores de software
Juan José Castillo
A construção de um cibertariado? Trabalho virtual num mundo real
Ursula Huws
A vingança de Braverman: o infotaylorismo como contratempo
Ruy Braga
O "trabalho informacional" e a reificação da informação sob os novos paradigmas organizacionais
Simone Wolff
Os trabalhadores das Centrais de Teleatividades no Brasil: da ilusão à exploração
Sirlei Marcia de Oliveira
O desenho do trabalho assalariado em empresas fidelizadoras da indústria de call centers no Brasil
Arnaldo Mazzei Nogueira e Fabrício Cesar Bastos
Centrais de Teleatividades: o surgimento dos colarinhos furta-cores?
Selma Venco
A identidade no trabalho em call centers: a identidade provisória
Cinara Lerrer Rosenfield
As trabalhadoras do telemarketing: uma nova divisão sexual do trabalho?
Claudia Mazzei Nogueira
Trajetórias profissionais e saberes escolares: o caso do telemarketing no Brasil
Isabel Georges
Século XXI: nova era da precarização estrutural do trabalho?
Ricardo Antunes
Apêndice
Capital fixo e o desenvolvimento das forças produtivas na sociedade
Karl Marx
Sobre os organizadores
Ricardo Antunes é professor de sociologia do trabalho na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e organizador de Riqueza e miséria do trabalho no Brasil (São Paulo, Boitempo, 2007). É autor de Adeus ao trabalho? (São Paulo, Cortez, 2003) e Os sentidos do trabalho (São Paulo, Boitempo, 1999), entre outros livros.
Ruy Braga é professor do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo e diretor do Centro de Estudos dos Direitos da Cidadania da USP (Cenendic). É autor de, entre outros livros, Por uma sociologia pública (com Michael Burawoy) (São Paulo, Alameda, 2009) e A nostalgia do fordismo: modernização e crise na teoria da sociedade salarial (São Paulo, Xamã, 2003).
Sobre a Coleção Mundo do Trabalho
Coordenação de Ricardo Antunes
Estudos sobre o trabalho, a sua centralidade na sociedade capitalista, a análise do sindicalismo, questões de gênero e o impacto das transformações trazidas
Ficha técnica
Título: Infoproletários
Subtítulo: degradação real do trabalho virtual
Organizadores: Ricardo Antunes e Ruy Braga
Orelha: Michel Burawoy
Páginas: 256
Ano de publicação: 2009
ISBN: 978-85-7559- 136-9
Preço: R$ 44,00
Coleção Mundo do Trabalho - Boitempo Editorial
Boitempo Editorial
Débora Prado
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+ 55 11 2305 1641
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Capitalismo e modernidade no Brasil
Na melhor tradição do pensamento social brasileiro, o livro "Capitalismo tardio e sociabilidade moderna", de João Manuel Cardoso e Fernando Novais, destaca como ao mesmo tempo em que criávamos condições para o nascimento e o desenvolvimento do capitalismo, impúnhamos obstáculos para o florescimento e a consolidação da modernidade no país. Esse pequeno ensaio sobre a modernidade brasileira reúne o método crítico de um historiador reconhecido por sua habilidade em clarificar a nossa herança mercantil e a perspectiva analítica de um economista conhecido por sua destreza em esclarecer o nosso fado industrial. A resenha é de William Vella Nozaki.
William Vella Nozaki (*)
Postado: Carta Maior
Resenha do livro:
MELLO, João Manuel Cardoso de & NOVAIS, Fernando. Capitalismo tardio e sociabilidade moderna. Unesp/Facamp: Campinas, 2009.
O Brasil ontem e hoje
O que se tornou o capitalismo brasileiro? Essa questão elementar não cessa de ser formulada. Muitos a perguntam na discrição das reflexões solitárias ou na distração das conversas informais; alguns a respondem de forma excessivamente retórica ou de maneira demasiadamente abstrata.
Tratada de maneira indireta e oblíqua essa indagação soa mais como demonstração de estilo do que como manifestação de perplexidade. Talvez isso ocorra porque de tão natural, direta e ingênua, tal questão só possa mesmo ser feita por um pensamento maduro, cansado de tergiversar e pronto para a hora de falar concretamente. É precisamente esse o exercício proposto em Capitalismo tardio e sociabilidade moderna.
O texto foi escrito no bojo dos ataques contra o neoliberalismo e veio a lume pela primeira vez como parte da coleção História da Vida Privada no Brasil, em 1998. Trata-se de obra com espírito crítico e com ímpeto de balanço, que, publicada agora como livro, não deixa de revelar sua atualidade.
Esse pequeno ensaio sobre a modernidade brasileira reúne o método crítico de um historiador reconhecido por sua habilidade em clarificar a nossa herança mercantil e a perspectiva analítica de um economista conhecido por sua destreza em esclarecer o nosso fado industrial. Ao atarem essas duas pontas, Fernando Novais e João Manuel Cardoso de Mello, produzem um curto-circuito revelando como a industrialização brasileira criou e foi tragada por uma sociedade mercantil nos trópicos.
A interpretação dos dois autores aborda meia dúzia de décadas fundamentais para a compreensão do Brasil. Parte-se do otimismo da década de 1930, período em que o progresso industrial colore a nação, e caminha-se em direção à desilusão da década de 1990, momento em que o regresso monetário descaracteriza qualquer nacionalismo.
O livro se divide em sete pequenos capítulos, neles se analisam: (1) a indústria e o consumo; (2) o campo e a cidade; (3) a estrutura de classes e a mobilidade social; (4) os valores capitalistas e os princípios modernos; (5) a concentração de riqueza e a distribuição de renda; (6) o autoritarismo político-econômico e a massificação sócio-cultural; (7) a globalização e o neoliberalismo no Brasil.
Capitalismo
Nos três primeiros capítulos do livro abordam-se as principais transformações responsáveis pela modernização do país, trata-se de enfatizar a aura de otimismo que tomou conta do país apesar da manutenção de algumas distorções.
Retomando interpretações consagradas, os autores relembram como nas décadas entre 1930 e 1950 acelera-se o processo brasileiro de industrialização, modernizam-se os setores industriais mais tradicionais (alimentos, têxteis, calçados, móveis) e formam-se os setores industriais mais complexos (aço, petróleo, alumínio, químicos e farmacêuticos). Além disso, ensaiando interpretações inéditas, enfatiza-se como nesse período emergem mudanças significativas no processo de comercialização dos produtos, com o surgimento dos supermercados, shopping centers, cadeias de lojas de eletrodomésticos, revendedora de automóveis e lojas de departamento.
O objetivo é demonstrar como as relações entre a alteração na oferta de produtos e na circulação de mercadorias implicaram novos hábitos de vestuário, de alimentação, de higiene pessoal, de limpeza da casa etc. ensejando um novo padrão de consumo.
Para tanto, os exemplos mobilizados são muitos e diversos, trata-se de ilustrar a relação entre as mudanças na estrutura produtiva e as transformações na dinâmica do consumo. Como, por vezes, a profusão de casos listados pode ofuscar a interpretação sugerida pelos autores, aos deslumbrados com os exemplos recomenda-se cautela, aos ansiosos pela análise pede-se paciência. A leitura ponderada será recompensada ao final.
Durante esse período, notam ainda os autores, a industrialização acelerada não poderia deixar de significar também uma urbanização desenfreada. Assim é que a estrutura rígida do campo cede lugar à estrutura competitiva da cidade; a extrema pobreza e a miséria são sobrepujadas pela esperança e pelo desejo da migração; a família conjugal, dos compadres e vizinhos, é substituída pela família unicelular, de pais e filhos; e a educação pelo trabalho é trocada pela educação escolar.
Nesse processo o imigrante estrangeiro pôde usufruir de sua pequena vitória na luta por melhores posições sociais, dada sua melhor posição financeira de saída, muitos passaram de mascates a empresários, de trabalhadores especializados converteram-se em profissionais liberais. A mesma sorte não se deu com os migrantes rurais, ainda que sua situação tenha melhorado, a pobreza do campo foi substituída por não mais do que algumas tarefas de pouca qualificação e de baixa remuneração. Os negros urbanos, em sua grande maioria, permaneceram confinados ao trabalho subalterno, rotineiro e mecânico.
Tais mudanças e permanências, denunciam os autores, revelam como o capitalismo cria a ilusão de que as oportunidades econômicas são iguais para todos, quando na realidade a mercantilização da sociedade é que se apresenta como o único denominador comum.
No topo dessa sociedade abriga-se um pequeno conjunto de capitalistas, banqueiros e industriais, menos interessados em liderar o desenvolvimento econômico do país e mais interessados em tirar proveito da ação do Estado e da atuação da grande empresa multinacional. Na faixa intermediária, acotovelam-se uma classe média alta de profissionais em busca da qualificação fundada no ensino superior e uma classe média baixa de operários à procura de especialização. Na base dessa pirâmide subsistem incontáveis famílias de trabalhadores comuns, de migrantes recém-chegados e de citadinos empobrecidos.
O que os separa é uma hierarquia rígida de trabalhos e remunerações, o que os une são certas necessidades e desejos de consumo. Sendo assim, ressaltam os autores, é importante notar como entre nós os processos de diferenciação do trabalho e de generalização do consumo se deram no mesmo compasso. Desse modo, entre nós a corrida pela ascensão social apresentou-se menos como um fruto do progresso industrial e tecnológico e mais como uma corrida de miseráveis, pobres, remediados e ricos pela atualização dos padrões de consumo.
Modernidade
Desse descompasso entre a produção industrial e a circulação mercantil é que emerge nossa modernidade interrompida. Esse tema encontra-se muito bem desenvolvido no quarto capítulo, que é uma espécie de ponto de viragem no livro, fazendo a passagem entre a formação da nossa economia capitalista e a deformação da nossa sociedade de mercado.
Nos três últimos capítulos do livro, dessa vez, abordam-se as principais patologias e distorções responsáveis por interditar a modernização do país, trata-se de encarar o fantasma da desilusão que se generalizou pelo Brasil.
Isso porque entre as décadas de 1960 e 1980, os valores capitalistas foram reinventados entre nós sem grandes contestações. O privatismo patriarcalista da casa-grande se prolongou no familismo empresarial; a desvalorização do trabalho, herança da escravidão, se redefiniu na cisão entre funções intelectuais e tarefas manuais; a reverência pela hierarquia das ordens tradicionais se transfigurou na suposta concorrência que seleciona superiores e inferiores; e a idéia de país tomado como negócio, mas não como nação, ganhou fôlego redobrado. Isso tudo porque a aspiração à ascensão individual no Brasil não se lastreou no progresso técnico, mas na corrida pelo consumo.
Em contrapartida, os valores modernos foram obstruídos por grandes barreiras. A secularização, o racionalismo e a ilustração, capazes de inculcar as idéias de autonomia, igualdade e liberdade, trazem consigo conteúdos éticos e humanistas que não ecoam diante dos limites impostos pela lógica utilitarista e mercantil vigente no Brasil. Ou seja, sem os valores modernos capazes de refrear os valores capitalistas, imperou entre nós a exploração econômica e a dominação política que perpetuam as desigualdades sociais fundadas num capitalismo sem iluminismo. Em última instância, pode-se dizer que o industrialismo foi sobrepujado pelo consumismo como lógica de organização social.
Tal alteração ocorre, precisamente, por ocasião do Golpe de 1964, a política econômica capaz de combinar crescimento econômico e concentração de renda abria espaço para a acumulação de lucros e riqueza ao mesmo tempo em que patrocinava a diferenciação entre os salários e, por extensão, entre as capacidades de consumo.
O que se originava era uma sociedade deformada, fraturada em três dimensões: um mundo desfrutado por ricos e privilegiados, caracterizado pelo consumo de luxo, regado à ostentações e suntuosidades; um mundo permeado pelas várias classes médias e remediados, marcado por um tipo de consumo que é o simulacro e a imitação do primeiro; e, por fim, um mundo povoado por pobres e miseráveis, nesse ambiente os salários baixos permitem a reprodução daqueles padrões de consumo, mas impedem a difusão da capacidade de consumir.
Mas as agruras impostas ao país pela ditadura militar não se restringiram ao plano político e econômico, notam os autores, elas também se esprairam pela esfera social e cultural. Isso porque ao cerceamento do espaço público seguiu-se, imediatamente, o estabelecimento de uma opinião privada. Disfarçando-se em meio a entretenimentos ou revestindo-se de objetividades, as empresas televisivas e jornalísticas formavam uma pequena confraria que, com a anuência do governo militar, patrocinavam a instauração de uma indústria cultural americanizada no país.
A prioridade da TV e do entretenimento sobre a informação e a educação, e a preeminência de empresas privadas sobre a opinião pública, apontam os autores, promoveu, novamente, o triunfo de normas mercadológicas sobre princípios modernizantes. Desse modo, a sociedade brasileira passava diretamente da deseducação para a massificação, criavam-se consumidores sem que se houvesse formado cidadãos. Esse será o país lançado, nos anos 1990, sobre os estertores da globalização e do neoliberalismo.
Na melhor tradição do pensamento social brasileiro, o livro destaca como ao mesmo tempo em que criávamos condições para o nascimento e o desenvolvimento do capitalismo, impúnhamos obstáculos para o florescimento e a consolidação da modernidade no país. Tudo analisado à partir das justaposições entre a produção econômica e a reprodução social, entre a lógica da industrialização e os nexos do consumismo.
(*) Bacharel em Ciências Sociais (FFLCH/USP); mestrando em Desenvolvimento Econômico (IE/UNICAMP).
Fotos: Divulgação
Cartilhas em defesa da Classe!
Cartilha sobre direitos da mulher trabalhadora
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A Casa da Mulher Trabalhadora (Camtra) e o NPC produziram a cartilha Mulher Trabalhadora – Vida e Direitos. O lançamento foi no dia 6 de setembro. A cartilha apresenta dados sobre o trabalho feminino, precarização, discriminação, direitos e a Lei Maria da Penha. O texto foi produzido por Iara Amora dos Santos, da Camtra, juntamente com Luisa Santiago e Sheila Jacob, do Núcleo Piratininga.
Sindicalize-se e eleja o Representante da sua Escola!
O Representante de Escola fortalece a Luta de Todos. Sindicalize-se e eleja o Representante da sua Escola! Contando um pouco da história dos sindicatos e Sepe, em especial, o NPC elaborou juntamente com professores deste sindicato uma cartilha para a Campanha para eleição dos representantes de cada escola.
Nosso objetivo é mostrar como, historicamente, o trabalhador unido é mais forte. E como a presença de um representante do sindicato em cada escola é favorável a todos.
Eleja seu representante!
Assédio Moral: exploração e opressão em dose dupla
O Núcleo Piratininga de Comunicação se enpenhou na luta contra os maltratos sofridos pelo trabalhador. Quanto mais dispuser de informação, mais o trabalhador terá capacidade de perceber quando o limite entre o cumprimento das suas obrigações profissionais e o estorvo de viver sob perseguição foi ultrapassado. São inúmeras as formas de assédio moral. Subnotificar acidentes, pressionar técnicos de segurança para que registrem de modo brando ocorrências graves, assediar sexualmente, utilizar-se de instrumentos de punição de modo injusto, distribuir níveis sem critérios claros, GDP, desrespeitar direitos, estão entre as muitas possibilidades.
Como mais um instrumento de luta na prevenção e no diagnóstico dos casos de assédio moral, elaboramos essa Cartilha em parceria com outros sindicatos
Que este trabalho contribua neste esforço.
Caderno resgata História do 8 de março
O Núcleo Piratininga de Comunicação fez nova edição do Caderno O Dia da Mulher nasceu das Mulheres Socialistas, lançado, em primeira edição, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, em 2004. Com texto de Vito Giannotti e ilustrações de Latuff, esta cartilha conta a origem deste dia. Quais os acontecimentos que levaram a marcar o 8 de março como dia de luta mundial das mulheres? Como surgiu a história das 129 mulheres queimadas vivas, em Nova Iorque, no ano de 1857, numa fábrica que nunca existiu, numa data inventada? E quais os interesses de se criar este mito? O caderno, atualizado e revisto, mostra a origem histórica deste dia, no começo do século XX: a luta de milhões de mulheres socialistas com a contribuição de outras mulheres que limitavam suas lutas à conquista do direito de voto. O dia 8 de Março foi consagrado por uma greve de operárias russas em 1917 que, sem querer, foi o estopim da grande Revolução Russa. Logo em seguida, em 1919, a 3ª Internacional declarou este dia como o dia mundial da luta das mulheres.
Esta origem do dia não agradava a muitos… social-democratas, burgueses e anticomunistas em geral. Precisava criar outra história. E foi criada. O texto, se apoiando em muitas fontes bibliográficas, desmistifica a história que todos nós já ouvimos, ou até escrevemos. O caderno gera debates e é útil para fazer avançar a consciência e a luta de mulheres e homens contra a exploração da mulher. Os interessados em adquirir esta publicação devem entrar em contato com o NPC, pelo tel. (21) 2220-5618 ou npiratininga@uol.com.br ; Palestras devem ser agendadas com bastante antecedência. Clique na imagem para acessar a cartilha, aqui para acessar a capa e aqui para acessar o expediente. © Direitos desta edição reservados ao NPC.
Caderno com História do 1º de Maio
O Núcleo Piratininga de Comunicação elaborou o Caderno “1º de Maio: dois séculos de lutas operárias”. Vito Giannotti, coordenador do NPC, afirma: “Inútil falar da sua utilidade e quase necessidade, no momento político atual, quando a militância carece mais do que nunca de bases históricas e ideológicas para responder aos desafios do momento”. Foi por isso que, respondendo à solicitação de vários sindicatos, o NPC reeditou o Caderno do 1º de Maio. “Acreditamos que com este trabalho estamos contribuindo para a preservação da memória e continuação da luta mundial dos trabalhadores”, conclui Giannotti, autor de obras importantes que ajudam trabalhadores a disputar a hegemonia no campo da comunicação. Informações sobre como adquirir a publicação nos telefones (21) 2220-5618, 99033276 ou no email npiratininga@uol.com.br. Clique na imagem para acessar a cartilha.
© Direitos desta edição reservados ao NPC.
Cartilha sobre o Trabalho Escravo no Maranhão foi lançada em março
Foi lançada no municipio de Imperatriz, no início do mês de março, a cartilha “Combate ao Trabalho Escravo no Maranhão”, produzida pelo NPC, a pedido da Delegacia Regional do Trabalho do Maranhão e do Fórum Estadual pela Erradicação do Trabalho Escravo. Para obter exemplares dessa cartilha, dirigir-se a drtma@mte.gov.br
Livros da Classe!
História das Lutas dos Trabalhadores do Brasil - 3ª edição
3ª edição revista e ampliada de História da Luta dos Trabalhadores do Brasil, de Vito Giannotti.
O livro de Vito Giannotti, da Editora Mauad, nasceu da necessidade de os trabalhadores terem à mão um resumo, uma síntese da sua história, suas lutas, suas vitórias e derrotas. Livros sobre os trabalhadores do Brasil há muitos. Muitos são bons. Alguns, ótimos. O problema é que muito raramente caem nas mãos dos trabalhadores. As razões são muitas, no mínimo dez. Uma delas é que quase não se encontram livros sobre este assunto que sejam sínteses. Que apresentem um quadro geral com os problemas, as soluções e as lições desta bela história de mais de um século. O livro de Giannotti tenta responder a este desafio.
Nesta terceira edição foram acrescentadas várias informações importantes que faltavam. Foram sugestões vindas de amigos e companheiros de vários Estados: lutas, greves, batalhas que passaram despercebidas nesta longa guerra de classe. Por isso, o livro teve acrescidas umas vinte páginas.
Muita coisa faltou. Na quarta edição teremos mais acréscimos. Quem quiser pode desde já mandar novas informações, sugestões, adendos. E quem quiser pode encomendar seu exemplar ou exemplares. Para isso, mande mensagem para Augusto: npiratininga@uol.com.br.
História das Lutas dos Trabalhadores do Brasil
Por Vito Giannotti. Editora MAUAD - 2007
“Falar do livro é falar do Vito. É um trabalho excepcional, em que ele atua fundamentalmente junto à classe trabalhadora no sentido de reforçar ou de criar a consciência revolucionária do trabalhador, chamando a atenção para a sua história, a sua luta, que nada têm a ver com a história oficial. O livro desmistifica a idéia de que a sociedade brasileira é pacífica, não reage. Muito ao contrário, mostra que ela luta sempre. É importante, também, porque, reforçando a luta do trabalhador, ele está reforçando a idéia do velho Marx de que a luta de classes continua.” – Professor Rubem Aquino, historiador, assina a apresentação do livro.
O Novo Sindicalismo, a Estrutura Sindical e a Voz dos Trabalhadores
Por Guilherme Marques Soninho. Editora ADIA - 2004 (R$ 25,00) 
Sinopse: “Analisar o novo sindicalismo pelo seu ponto de chegada, hoje, é um equívoco. Tanto quanto julgar os “Dez dias que abalaram o mundo” do começo da fantástica Revolução Russa, pelas cenas macabras da queda do Muro de Berlim. O mérito do Guilherme, neste texto, é mostrar que houve o novo, sim, mas que dentro dele havia, desde antes da CUT nascer, duas visões. Havia duas vertentes. Uma que ele localiza no que será a visão vitoriosa e majoritária, na CUT. Outra, a visão derrotada. A visão das oposições sindicais, da minoria dos sindicatos e de movimentos sociais, que inicialmente marchavam junto com o novo sindicalismo. Mas, na visão do texto, o resultado final, não pode negar toda a novidade trazida no processo de construção.
[…] o texto é mais do que uma análise pontual do novo sindicalismo e sua relação com a velha estrutura sindical. É uma análise do sindicalismo da CUT no seu nascimento, no seu auge e na fase de integração ao sistema.” Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
Manual de Linguagem Sindical
Por Claudia Santiago, Sergio Domingues, Vito Giannotti. Ed. NPC - 1999 (R$ 20,00) 
Sinopse: Junte o economês, informatiquês, intelectualês, juridiquês, psicologuês e politiquês. Você terá o sindicalês. Uma linguagem utilizada pelos ativistas, diretores e profissionais sindicais. Uma linguagem perfeitamente entendida por eles, mas não pelo público dos sindicatos. Um público muito especial: milhões de trabalhadores e trabalhadoras. É por estas razões que o sindicalês é uma linguagem proibida. Proibida porque não é entendida, compreendida, assimilada por aqueles que procura atingir. Porque não leva os trabalhadores a lutar e se mobilizar por seus direitos. Este manual pretende ajudar os comunicadores sindicais a se livrar do sindicalês. Leia alguns verbetes do Manual de Linguagem Sindical clicando aqui. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
O que é Jornalismo Sindical
Por Vito Giannotti. Ed Brasiliense - 2000 (R$ 15,00)
Sinopse: Jornais, boletins e cartilhas sindicais têm suas especificidades. Os destinatários desta comunicação têm interesses específicos e, sobretudo, na sua maioria, não têm hábito de ler jornal. Por isso, o jornalismo sindical exige uma linguagem específica e uma apresentação muito atrativa. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
Comunicação Sindical — Falando para milhões
Por Claudia Santiago e Vito Giannotti. Ed. Vozes - 1996 (R$ 21,00) 
Sinopse: A comunicação de um sindicato com os trabalhadores de sua base pode ser comparada a um mosaico composto de milhares de pedrinhas. Nenhuma dessas pedras é o mosaico, mas o conjunto delas, colocadas seguindo uma determinada forma, pode dar um belíssimo resultado final. Cada pedra desse mosaico é um instrumento. É preciso saber usá-lo, de forma certa e na hora certa. Se isso acontecer temos na mão um poderoso instrumento de luta contra a hegemonia dos Meios de Comunicação da Burguesia. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
Neoliberalismo: de onde vem e para onde vai
Por Reginaldo Moraes. Ed. Senac - 2002 (R$ 20,00) 
Sinopse: Neoliberalismo — corrente de pensamento + movimento intelectual organizado + conjunto de políticas adotadas pelos governos neoconservadores e propagadas a partir de organizações multilaterais (Banco Mundial e FMI). O livro traça um didático roteiro para compreendê-lo: I. O liberalismo clássico; II. E o Neoliberalismo - o que é e de onde vem?; III. orientações políticas do neoliberalismo; IV. Efeitos da intervenção estatal - segundo os liberais; V. Impactos do neoliberalismo no mundo do trabalho; VI. Os bens públicos e as políticas sociais; VII. Diagnóstico, prognóstico, terapêutica - as receitas neoliberais. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
História do Brasil Recente-1964-1992
Por Sonia Mendonça e Virgínia Fontes. 3ª edição revista e atualizada. Ed. Ática -1994
Sinopse: O livro — de caráter didático — faz um quadro econômico, social e político da história do Brasil atual. Apresenta os antecedentes do golpe de 1964, procurando incorporar as diversas dimensões da crise então em curso e enfatizando o fato de que, do ponto de vista estritamente econômico, o golpe foi responsável pelo aprimoramento e consolidação do modelo consorciado entre o Estado, grandes empresas nacionais e empresas multinacionais (estas últimas constituindo o pólo dinâmico do tripé), modelo que havia sido implantado a partir de 1955. Apresenta as bases do "milagre" brasileiro e a poderosa concentração de capitais e de renda que propiciou, assim como as crescentes crises de legitimidade que a ditadura experimentou.
O processo de abertura é trabalhado tanto em seu viés econômico, com as crises internacionais dos anos 70 e as fissuras internas entre os setores dominantes, quanto na exaustão das classes trabalhadores e seu impulso organizativo e revindicativo, retomado também nos anos 70. No período da chamada Nova República aprofunda-se a crise econômica e acirram-se os conflitos sociais, com a manutenção das organizações populares e com barreiras opostas pelos setores conservadores (Centrão, UDR e, finalmente, o período Collor) a uma plena democratização. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
Força Sindical — A Central Neoliberal
Por Vito Giannotti. Ed. Mauad - 2002 (R$ 25,00)

Sinopse: Nas palavras de Ricardo Antunes, professor de sociologia da Unicamp, neste livro, Vito Giannotti mostra o resultado de uma simbiose entre o ideário neoliberal das eras Collor e FHC e o velho peleguismo herdeiro da estrutura sindical getulista: a Força Sindical e seu sindicalismo de negócios. “É um trabalho limpo, como o texto que devoramos rapidamente. (…) Limpo, ao aceitar o desafio que é de muitos, e de pôr o dedo na ferida, dando nomes aos bois”, diz Virgínia Fontes, professora de História da Universidade Federal Fluminense (UFF/RJ). Giannotti conta a história desde as raízes históricas desta Central, que ele define como completamente patronal, até a seqüência de traições aos interesses imediatos e históricos dos trabalhadores. O final é a farsa das festas-bingo dos Primeiros de Maio financiados pelos empresários. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
‘A ditadura da mídia’
A mídia hegemônica vive um paradoxo. Ela nunca foi tão poderosa no mundo e no Brasil, em decorrência dos avanços tecnológicos nos ramos das comunicações e das telecomunicações, do intenso processo de concentração e monopolização do setor nas últimas décadas e da criminosa desregulamentação do mercado que a deixou livre de qualquer controle público. Atualmente, ela exerce a sua brutal ditadura midiática, manipulando informações e deturpando comportamentos. Na crise de hegemonia dos partidos burgueses, a mídia hegemônica confirma uma velha tese do revolucionário italiano Antonio Gramsci e transforma-se num verdadeiro "partido do capital".
Por outro lado, ela nunca esteve tão vulnerável e sofreu tantos questionamentos da sociedade. No mundo todo, cresce a resistência ao poder manipulador da mídia, expresso nas mentiras ditadas pela CNN e Fox para justificar a invasão dos EUA no Iraque, na sua ação golpista na Venezuela ou na cobertura tendenciosa de inúmeros processos eleitorais. Alguns governantes, respaldados pelas urnas, decidem enfrentar, com formas e ritmos diferentes, esse poder que se coloca acima do Estado de Direito. Na América Latina rebelde, as mudanças no setor são as mais sensíveis.
No caso do Brasil, a mídia controlada por meia-dúzia de famílias também esbanja poder, mas dá vários sinais de fragilidade. Na acirrada disputa sucessória de 2006, o bombardeio midiático não conseguiu induzir o povo ao retrocesso político. Pesquisas recentes apontam queda de audiência da poderosa TV Globo e da tiragem de jornalões tradicionais. O governo Lula, com todas as suas vacilações, adota medidas para se contrapor à ditadura midiática, como a criação da TV Brasil e a convocação da primeira Conferência Nacional de Comunicação.
Este quadro, com seus paradoxos, coloca em novo patamar a luta pela democratização da mídia e pelo fortalecimento de meios alternativos, contra-hegemônicos, de informação. Este desafio se tornou estratégico. Sem enfrentar a ditadura midiática não haverá avanços na democracia, nas lutas dos trabalhadores por uma vida mais digna, na batalha histórica pela superação da barbárie capitalista e nem mesmo na construção do socialismo. Aos poucos, os partidos de esquerda e os movimentos sociais percebem que esta luta estratégica exige o reforço dos veículos alternativos, a denúncia da mídia burguesa e uma plataforma pela efetiva democratização da comunicação.
O livro A ditadura da mídia tem o modesto objetivo de contribuir com este debate. Não é uma obra acadêmica, mas uma peça de denúncia política. Ela não é neutra nem imparcial, mas visa desmascarar o nefasto poder da mídia hegemônica e formular propostas para a democratização dos meios de comunicação. O livro foi prefaciado pelo professor Venício A. de Lima, um dos maiores especialista no tema no país, e apresenta também um comentário do jornalista Laurindo Lalo Leal Filho, ouvidor da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Ele reúne cinco capítulos:
1- Poder mundial a serviço do capital e das guerras;
2- A mídia na berlinda na América Latina rebelde;
3- Concentração sui generis e os donos da mídia no Brasil;
4- De Getúlio a Lula, histórias da manipulação da imprensa;
5- Outra mídia é urgente: as brechas da democratização.
O exemplar custa R$ 20,00. Na venda de cotas para entidades sindicais e populares (acima de 50 exemplares), o valor unitário é de R$ 10,00. Para adquirir sua cota, escreva para: aaborges1@uol.com.br.
* Jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB - Partido Comunista do Brasil
Altamiro Borges *
Adital -
PARA ENTENDER OS SINDICATOS NO BRASIL
LANÇAMENTO
A primeira atividade de lançamento do livro dar-se-á no dia 15 de julho/09 (quarta-feira),
às 19h, na APEOESP da Pç. da República, 282
EDITORA EXPRESSÃO POPULAR
http://www.expressaopopular.com.br/loja/produtos_descricao.asp?lang=pt_BR&codigo_produto=425
CATEGORIA: TRABALHO E EMANCIPAçãO
TITULO DO LIVRO: PARA ENTENDER OS SINDICATOS NO BRASIL
ISBN: 978-85-7743-104-5
AUTOR: Waldemar Rossi e William Jorge Gerab
Nº de Páginas: 128
Já nas Livrarias Saraiva, Cultura e outras)
Pagamento Vista
Boleto BancárioR$ 13,00
Depósito BancárioR$ 13,00
Pagamento BradescoR$ 13,00
Visa ElectronR$ 13,00
Pagamento parcelado
Cartão Visa01X R$13,00 - Sem Juros
SINOPSE DO LIVRO
UMA VISÃO CLASSISTA
O livro de Waldemar Rossi e William Gerab vem preencher uma lacuna na história recente do sindicalismo no Brasil. Ele realiza uma ampla e qualificada história da organização dos trabalhadores, escrita de modo claro e didático, com a marca de quem participou direta e ativamente de várias décadas de luta. É por isso, tanto uma fértil síntese da nossa já longa história sindical, quanto uma intervenção militante e comprometida com as lutas sindicais de ontem e de hoje no Brasil.
Oferecendo um rico panorama desde os primeiros embates operários até as mutações e transformações mais recentes do nosso sindicalismo, este livro torna-se desde logo uma fonte de referência obrigatória para todos os militantes que querem melhor compreender a história do nosso sindicalismo, seus avanços e limites, acertos e desacertos. Para transformá-lo.
Ricardo Antunes
Resenha de “Para Entender os Sindicatos no Brasil:
Uma Visão Classista” – Ed. Expressão Popular – jun/09
William Jorge Gerab[1]
19/06/2009.
Para Entender os Sindicatos é o segundo livro dessa dupla de autores, Waldemar Rossi[[2]] e William Jorge Gerab. O primeiro, que está na sua oitava edição e permanece nas livrarias, é Indústria e Trabalho no Brasil: Limites e Desafios (Ed.Atual/Saraiva-1997). Num esforço de síntese, numa linguagem bastante acessível e do ponto de vista dos trabalhadores, ambos os trabalhos focam-se na construção de um entendimento básico sobre o processo de desenvolvimento econômico capitalista e na formação das classes sociais no Brasil, buscando caracterizar os seus interesses e posicionamentos.
Um Para-Didático nas Escolas e Uma Ferramenta de Luta para os Trabalhadores
O trabalho, do qual nos ocuparemos aqui, possui um preâmbulo mostrando como a questão ambiental e do desenvolvimento sustentável tornou-se uma questão de princípio para todos os que buscam um mundo melhor, inclusive para os trabalhadores e sua luta sindical. Sempre preocupado em esclarecer os conceitos principais envolvidos no texto, sem perder o fio condutor histórico, a introdução define o que são os sindicatos e discorre sobre a importância deles. Fica claro, no entanto, que, muito mais do que introduzir no conhecimento do papel dos sindicatos na sociedade, a finalidade do texto é a de constituir-se como uma ferramenta para a participação consciente na luta sindical.
A Formação das Posições Políticas e Ideológicas no Processo de Construção dos Sindicatos.
Tendo a História Universal e a do Brasil, em particular, como pano de fundo, o primeiro capítulo, Do Nascimento dos Sindicatos à CUT, percorre o caminho das lutas reais, mas vai situando os reflexos e influências institucionais e políticos mais gerais dessas lutas. Fala das primeiras leis trabalhistas, da posterior consolidação das mesmas, das lutas em torno da Constituição, das lutas pelas reformas de base e o início da ditadura militar nos anos 60, do surgimento de um novo sindicalismo enfrentando o sindicalismo pelego e/ou de resultados, dos seus impasses e do seu declínio, no contexto das novidades trazidas pelo neoliberalismo e a globalização (ambos, também, conceituados e analisados), mostrando o caráter dessa crise social no momento de mais uma crise global do capitalismo.
Já, no segundo capítulo, Classes Sociais e Sindicatos, não escapa da tarefa de conceituar as classes sociais, como acontece em boa parte dos trabalhos que abordam a luta de classes, inclusive comparando alguns dos conceitos existentes, buscando analisá-las num contexto bem atual, mostrando a complexidade da atuação delas na realidade e a interinfluência das mesmas, com suas conseqüências nos respectivos posicionamentos e embates no interior do movimento sindical. Por isso, pode falar numa CUT de ontem e numa CUT de hoje, além de colocar as novas responsabilidades do sindicalismo classista.
Ferramenta é Pra Usar
O terceiro e último capítulo, Um Exemplo Prático: O Governo FHC, Governo Lula e as Centrais Sindicais, tem o objetivo de já colocar em uso os conceitos e a metodologia de análise sugeridos no livro. Mostra as contradições entre os discursos e as práticas desses governos nas suas relações com os trabalhadores e a oprimida e explorada maioria da população brasileira. Identifica, ainda, as reações populares, as formas e o grau de organização que a população atingiu, além das graves lacunas, que se evidenciam do ponto de vista dessa população, no quadro atual das suas lutas.
Mas, como após a entrega da sua obra ao público, os autores não podem mais controlar os destinos, as interpretações e a própria utilização da mesma, têm a palavra, agora, os leitores, os trabalhadores e militantes sociais e políticos sobre a validade do trabalho apresentado.
[1] William Jorge Gerab é graduado em Sociologia e Política, cursou Especialização em Gestão Ambiental, é sociólogo aposentado da Prefeitura de São Paulo e é militante social e político, há mais de quarenta anos.
[2] Waldemar Rossi é metalúrgico aposentado e coordenador da Pastoral Operária da Arquidiocese de São Paulo.
O projeto político pedagógico do MST
Meu nome é Ramofly Bicalho e, recentemente publiquei minha Dissertação de Mestrado: Alfabetização no MST: experiências com jovens e adultos na Baixada Fluminense e a Tese de Doutorado: O projeto político pedagógico do MST: trajetória de educadores e lideranças. Dessa forma, gostaria que o nosso grupo apreciasse a capa dessas produções. Nosso contato pode ser pelo e-mail: ramofly@gmail.com


O Representante de Escola fortalece a Luta de Todos. Sindicalize-se e eleja o Representante da sua Escola! Contando um pouco da história dos sindicatos e Sepe, em especial, o NPC elaborou juntamente com professores deste sindicato uma cartilha para a Campanha para eleição dos representantes de cada escola. 

