Arquivo de Mídia

Mídia alivia-se com o novo e precoce ‘amém’ petista aos mercados

Escrito por Valéria Nader

26-Ago-2010 – Correio da Cidadania

O Editorial da Folha de S. Paulo ‘Medidas Necessárias’, de 25 de agosto, é talvez uma dessas peças emblemáticas da engrenagem econômica e das lógicas política e midiática que têm nos governado nos últimos anos. Lógicas e engrenagem estas que se entrelaçam em sua tendência a uma rotunda e traiçoeira distorção da realidade.

As últimas pesquisas do Datafolha não deixaram muita opção para aqueles veículos que nunca disfarçaram sua preferência pelo tucanato, representado pelo presidenciável José Serra nessas eleições. As pesquisas apontam crescimento da vantagem da candidata petista Dilma Rousseff, que pode mesmo chegar a fechar o pleito no primeiro turno. Diante desta avassaladora evidência, a estes veículos não restou alternativa que não emitir um explícito obituário da candidatura Serra. Ressaltaram, finalmente, após meses de sufoco, seu incômodo com a atuação errática do candidato desde que começaram as sondagens quanto a sua participação na contenda de 2010, culminando com a risível estratégia tucana de trazer Serra ao lado de Lula na propaganda eleitoral.

Daí em diante, surgiria no cenário político uma incógnita. Qual seria a postura que iriam adotar os órgãos de mídia que vêm há anos pautando sua atuação em alinhamento com os setores mais escancaradamente conservadores de nosso país, muito bem representados pelo PSDB e respectivas figuras públicas associadas ao partido?

A candidatura Dilma, mais depressa do que o esperado, veio prestar sua ajuda na resposta a esta indefinição. Mal passadas algumas horas de sua ‘consagração’ pelas pesquisas eleitorais, Dilma já começava a discutir com auxiliares próximos e com o próprio presidente Lula novas medidas econômicas, de forte restrição na área fiscal, inclusive com o refreamento da política de reajuste salarial para o funcionalismo público.

Nada mais alvissareiro para aqueles que ainda temem que os comandantes do petismo possam, de alguma forma, ameaçar o status quo. O referido editorial da Folha, de 25 de agosto, não consegue disfarçar seu forte sentimento de alívio diante das últimas declarações enfáticas da presidenciável que, ao que tudo indica, deverá ser conduzida ao Planalto. Fixado na eficiência do Estado, no peso da dívida interna e no tamanho da carga tributária - velhas e macetadas bandeiras da ortodoxia econômica, tomadas sempre de modo axiomático -, o editorial atenta para o acerto das medidas que pretendem sanear as contas públicas e abortar a "velha idéia do Estado onipresente e gastador" em um eventual governo Dilma.

Vai mais além o citado editorial, ao atribuir parte das causas do cenário negativo enfrentado por Lula em 2003 às "teses irresponsáveis defendidas durante anos pelo partido", e ao exprimir seu temor diante das "correntes econômicas ligadas ao PT - que verão ‘neoliberalismo’ no que seria sensatez". E a pirotecnia maior do texto em questão se dá na medida em que passa deliberadamente ao largo da atual lógica econômica do governo Lula. Uma lógica que, bem longe de defender o Estado onipresente e refutar o neoliberalismo, dá prosseguimento às privatizações a partir de inovadoras modalidades e à orientação de política econômica inaugurada no período FHC.

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O lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das "10 estratégias de manipulação" através da mídia:

rede globo Abra os olhos, você esta sendo manipulado!

Não deixe de ler o texto abaixo.

 

1- A estratégia da distração

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)".

2- Criar problemas, depois oferecer soluções

Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A estratégia da degradação

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A estratégia do deferido

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- Dirigir-se ao público como a crianças de pouca idade

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? "Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver "Armas silenciosas para guerras tranqüilas")".

6- Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- Manter o público na ignorância e na mediocridade

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. "A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)".

8- Estimular o público a ser complacente na mediocridade

Estimular o público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- Reforçar a revolta pela autoculpabilidade

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- Conhecer melhor os indivíduos do que eles mesmos se conhecem

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

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MANIPULAÇÃO: Vox Populi exclui Plínio de pesquisa

O instituto de pesquisas Vox Populi está realizando neste fim de semana uma nova pesquisa eleitoral. No questionário, a pergunta 28 refere-se ao desempenho dos candidatos no debate realizado pela TV Bandeirantes no último dia 5 de agosto. O nome de Plínio, no entanto, não é citado.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 22955/2010 e a pesquisa foi encomendada pela Rádio e Televisão Bandeirantes LTDA (Grupo Bandeirantes) e pela Internet Group do Brasil S.A (o portal IG). O registro, de acordo com o portal do TSE, data de 7 de agosto deste ano.

A questão de número 28 é a seguinte: “PELO QUE VOCÊ ASSISTIU, NA SUA OPINIÃO, QUAL CANDIDATO SE SAIU MELHOR NO DEBATE:” As opções oferecidas ao entrevistado são:

1 – Dilma (PT)

2 – José Serra (PSDB)

3 – Marina Silva (PV)

4 – NS/Não tem opinião sobre isto

5 – NR

Outras questões do questionário também omitem o nome de Plínio. São cinco questionários - 22.948/2010 (Bahia), 22.951/2010 (Rio Grande do Norte), 22.953/2010 (Minas Gerais), 22.954/2010 (Pernambuco), 22.955/2010 (Rio Grande do Sul) e 22.956/2010 (Nacional) – aplicados deste domingo até o próximo dia 10 de agosto.

A coordenação da campanha Plínio 50 questionará judicialmente a divulgação do resultado da pesquisa, tendo em vista que os entrevistados foram induzidos a não responder que o melhor candidato no debate poderia ter sido Plínio Arruda Sampaio – como foi destacado por diversos órgãos de mídia desde a madrugada do debate. Enquetes realizadas por veículos de comunicação como a “Folha de S. Paulo” e o “O Estado de S. Paulo” também realizaram enquetes sobre o desempenho dos candidatos presentes a debate e todos fizeram constar o nome de Plínio, obviamente. Na enquete promovida pelo blog “Radar Político”, do OESP, Plínio foi o melhor na avaliação de 42% dos entrevistados.

Veja aqui um dos questionários.

Do site Plínio presidente – www.plinio50.com.br

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Nota enviada para Folha de S.Paulo sobre a não participação no debate

Na próxima semana, o jornal Folha de S.Paulo, junto com o portal UOL (que pertence a mesma família que o jornal, os Frias), organizará o que deveriam ser os primeiros debates entre candidatos a governador de São Paulo e para Presidente, programadas respectivamente para dia 17 e 18. Porém, esses veículos preferiram mascarar o debate e excluir candidatos nos dois debate.

Há exatos sete dias, o PSOL enviou a nota que é reproduzida a baixo para a seção de cartas e para o Ombudsman do jornal. Até agora, nenhuma resposta. Esses veículos parecem querem esconder que São Paulo e o Brasil tem uma opção de voto ético, de esquerda e em defesa da igualdade, como certos institutos de pesquisa.

Leia o texto na íntegra:

Nota do PSOL exigindo a participação de seu candidato no debate do Jornal Folha de S.Paulo e Portal UOL.

E com muito estranhamento que recebemos a notícia de que o debate que será realizado pela Folha de S. Paulo, em parceria com o portal UOL, pretende restringir o número de participantes a três candidatos e com isso podar o acesso de seus leitores a projetos diferentes para o governo do estado de São Paulo.

Um jornal que esteve entre os primeiros na defesa do fim do bi-partidarismo do regime militar, das Diretas Já e hoje se vangloria de ser plural por contar com mais de uma centena de articulistas, na hora do debate eleitoral parece acreditar que o número de visões diferentes sobre um tema não faz diferença.

A atitude deste jornal também contradiz a própria essência da internet, plural, aberta, democrática e horizontal, ao excluir candidatos do debate.

Argumentos como o de que muitos candidatos tornam o debate confuso, só desrespeitam o leitor e cidadão, ao omitir informações importante para o seu voto e ao subestimar a sua compreensão.

Miguel Carvalho
Presidente Estadual do PSOL São Paulo

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Um Programa de Transição Anti-Capitalista na Democracia Burguesa

150710_lulopetismo Os articulistas da imprensa lullista – na qual muitos devem receber bem para parecerem "isentos" ou "populares", com simpatia explícita ao Lulla (ontem ao FHC e anteontem ao Collor) - não conseguem articular a crítica sobre pontos que são os verdadeiros "calcanhares de Aquiles" dos que se dizem à esquerda do Lulla. Ficam tão obcecados em justificar o injustificável que não conseguem formular a crítica correta.

Este artigo foi inspirado em uma rápida e certeira reflexão do economista e moderador do Programa Faixa Livre Paulo Passarinho, ao responder brevemente a um ouvinte, em uma das transmissões diárias do programa (http://www.faixalivre.org.br/).

De muitas coisas macabras têm sido acusados os que fazem oposição, e não alinhamento, posicionando-se à esquerda ao que nos acostumamos a chamar de Lullo Petismo, mesmo que isso não seja nenhuma Teoria Política, mas apenas um espetáculo de governança medíocre e conservador, logicamente travestido (bota travestido nisso!) de REALISMO e PRAGMATISMO - fachadas sedutoras e "maduras", para mascarar a desideologização da política e a entrega dos recursos mais caros do país, além de completo abandono da pessoa humana, transformada em mero consumidor. E tudo isso à custa da completa destruição do Brasil e da iniqüidade de 40 milhões de brasileiros E em uma situação INTOCADA, em que 10% (apenas os 18 milhões mais ricos) continuam a consumir 50% de tudo o que existe no país e os 40% mais pobres apenas 10% (dados verificáveis no IPEA e IBGE, em valores muito aproximados)

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O Globo cria fantasmas

Com sua histórica tradição golpista o jornal carioca oferece de bandeja à oposição os elementos necessários para que, nos programas eleitorais, ela possa assustar os eleitores, como tentou, sem sucesso, a atriz global em 2002

*Laurindo Lalo Leal Filho
O programa da oposição para o horário eleitoral obrigatório no rádio e na TV que vai ao ar de 17 de agosto até 30 de setembro já tem os ingredientes necessários para criar a versão Regina Duarte 2010. Quem os criou foi O Globo, em seu editorial do dia 1º de julho. O medo difuso da atriz em relação a um possível governo Lula é, na nova versão, mais concreto: a candidata da situação, se eleita, importaria para o Brasil o “modelo chavista” de governo.
O Globo não consegue nem ser original ao levantar essa hipótese. Há pouco mais de um ano esses mesmos argumentos foram usados para derrubar, com um golpe de Estado, o presidente Manoel Zelaya de Honduras. Com sua histórica tradição golpista o jornal carioca oferece de bandeja à oposição os elementos necessários para que, nos programas eleitorais, ela possa assustar os eleitores, como tentou, sem sucesso, a atriz global em 2002.

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TV pública inteligente e polêmica questiona monopólio da mídia

Flamarion Maués

Postado: Carta Maior

foto_mat_25158 O programa “6,7,8”, da TV Pública argentina, desnuda os interesses por trás do noticiários dos grandes meios de comunicação do país. O programa bate pesado nos grandes jornais, rádios e TVs, desmascarando seus interesses, suas manipulações grosseiras e seu falso distanciamento ao noticiar e comentar os principais fatos políticos, sociais e econômicos. E bate de frente com os jornalistas que fazem o papel de porta-vozes desses interesses, principalmente aqueles articulistas que, do alto de uma pretensa “autoridade” jornalística, se dedicam a defender os interesses do patrão. O artigo é do historiador Flamarion Maués.

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Veja a repercussão do lançamento da candidatura do PSOL

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Junte se a nós e participe do Dia Sem Globo em apoio a Dunga.

Não a globo O técnico da seleção brasileira abriu fogo contra a Rede Globo.Dunga deu na canela do comentarista Alex Escobar, da Globo. Poucas horas depois, um dos apresentadores do programa Fantástico, Tadeu Schmidt, da África leu um editorial da emissora detonando Dunga.

Tudo tem um porque, antes do ataque ao Dunga no Fantástico, o Jornal O Globo já havia descido  a lenha na seleção e principalmente no seu treinador.
Qual a razão dessa súbita mudança de comportamento ?
Vamos aos fatos :
Segunda feira, véspera do jogo de estréia da seleção brasileira contra a Coréia do Norte, por volta de 11 horas da manhã, hora local na África do Sul.
Eis que de repente, aportam na entrada da concentração do Brasil, dona Fátima Bernardes, toda-poderosa Primeira Dama do jornalismo televisivo, acompanhada do repórter Tino Marcos e mais uma equipe completa de filmagem, iluminação etc.
Indagada pelo chefe de segurança do que se tratava, a esposa do poderoso William Bonner sentenciou :
“ Estamos aqui para fazer uma REPORTAGEM EXCLUSIVA para a TV Globo, com o treinador e alguns jogadores…”
Comunicado do fato, o técnico Dunga, PESSOALMENTE dirigiu-se ao portão e após ouvir da sra. Fátima o mesmo blá-blá-blá, foi incisivo, curto e grosso, como convém a uma pessoa da sua formação:
“ Me desculpe, minha senhora, mas aqui não tem essa de “REPORTAGEM EXCLUSIVA” para a rede Globo. Ou a gente fala pra todas as emissoras de TV ou não fala pra nenhuma…”
Brilhante !!! Pela vez primeira em mais de 40 anos, um brasileiro peitava publicamente a Vênus Platinada !!!
“ Mas… - prosseguiu dona Fátima - esse acordo foi feito ontem entre o Renato ( Maurício Prado, chefe de redação de esportes de O Globo ) e o Presidente Ricardo Teixeira. Tenho autorização para realizar a matéria”.
Dunga: - “ Não tem autorização nem meia autorização, aqui nesse espaço eu é que resolvo o que é melhor para a minha equipe. E com licença que eu tenho mais o que fazer. E pode mandar dizer pro Ricardo ( Teixeira ) que se ele quer insistir com isso, eu entrego o cargo agora mesmo!”
O treinador então virou as costas para a supra sumo do pedantismo e saiu sem ao menos se despedir.
Dunga pode até perder a classificação, a Copa , seu time pode até tomar uma goleada, qualquer fiasqueira na África, mas sua atitude passa à história como um exemplo de coragem e independência frente a uma das instituições privadas mais poderosas no País e que tem por hábito impor suas vontades, eis que é líder de audiência e por isso se acha acima do bem e do mal.
Em linguagem popular, o Dunga simplesmente mijou na Vênus Platinada ! Sugiro uma estátua para ele!!!

Após a poderosa Globo a mesma que levou o Collorido ao poder e depois o detonou por seus interesses, agora difama o Dunga, tá certo que o cara é meio Ogro, mas não teve o direito de se defender dos ataques em momento algum.

Falar mal do cara é liberdade de imprensa

Ouvir o cara não pode?

A reação do povo foi imediata.O editorial lido no programa "Fantástico", da Rede Globo, deu repercussão no mundo virtual. E pela primeira vez na história o Brasil inteiro apóia o técnico da Seleção. Só a Globo para conseguir isso…

Dentre os assuntos mais comentados no Twitter nesta segunda-feira (21), a frase "Cala boca, Tadeu Schmidt" era líder absoluta –superou até a antecessora "Cala Boca, Galvão", que liderou por dias seguidos os Trending Topics.

E não parou por ai. Em apoio ao técnico da seleção brasileira, os twiteiros lançaram o "DiaSemGlobo", que será nessa sexta-feira, quando o Brasil vai jogar   com a seleção de Portugal, no encerramento da primeira fase da copa.

Todo mundo na Band, ou em outra emissora, não vamos sintonizar a Globo na sexta-feira, temos que começar a deixar de ser gado manso, mostrar que não somos trouxas manipuláveis

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ENTENDA DUNGA, ASSISTA: A HISTÓRIA SECRETA DA REDE GLOBO -

 

Nota do Solidariedade Socialista: Como todos os brasileiros já conhece que a eleição do ano de 1989 simplesmente foi armado e manipulado desde apresentação do governador de Alagoas, Fernando Collor que foi batizado como o “Salvador da Pátria”

Agora a Elite através da Rede Globo mostram nessa eleição que temos somente três candidatos para a presidência da republica a 1º primeira  da Dilma que manterá toda a política econômica atrelada com o FMI para os banqueiros, latifundiária e para a própria Rede Globo. Más a elite tem a candidatura do Ex. governador de São Paulo o Serra que seria para eles melhor porque levaria a política da elite Capitalista colocando a exploração na classe trabalhadora ainda a ferro e fogo, retirando os direitos trabalhistas dando continuidade as privatizações, só que um grande dilema para a elite porque com o PT no poder ele conseguiram passar a reforma previdenciária a TV digital que só serviu para elite desse País e para a Rede Globo, o veto do Fim do Fator Previdenciário, e agora querem aprovar o Código Florestal, com a colaboração do relator, deputado Aldo Rebelo, esse projeto, em vias de aprovação, significa anistia aos predadores que arrasaram mais de 40 milhões de hectares de matas de 1996 até hoje, bem como a retirada de proteção legal de 35 milhões de hectares de florestas na Amazônia.

Veja Mais: Resposta do Plínio à carta das ONGs sobre o código florestal

Tudo isso vem acontecendo porque a CUT que transformou no braço esquerdo de Lula e o PT transformando a Central Única dos Trabalhadores em chapa branca do governo colocando a classe numa verdadeira paralisia frente a tudo que está acontecendo. Sendo seguido pelas as Centrais Pelegas como a Força Sindical que foi criada pelo governo Fernando Collor de Mello. Entre outras Centrais Sindicais que abaixaram a cabeça para Lula e a Rede Globo.

Para a Rede Globo nessa eleição só tem dois candidatos a Dilma de Lula que seguiu direitinho a cartilha dos capitalistas e a do Serra que e o candidato da Burguesia, que eles nunca abriram mão. Do outro lado tem a Mariana do PV que também está aliada com vice que e o dono da empresa Natura Cosméticos.

Não temos saída?

Sim temos saída sim!

Nós que não baixamos a cabeça para o Lula e muito menos para a Rede globo e a burguesia estamos construindo a Central de Trabalhadores e Movimentos que organizará todos os trabalhadores com carteira assinada e aqueles que vivem do trabalho que se organizam em movimentos sociais, e temos outras candidaturas entre ela do companheiro Plínio de Arruda Sampaio que representa a classe trabalhadora que sairá pelo PSOL, tem a candidatura do PSTU, do PCB.

A Rede Globo mente Não caia novamente na manipulação da Rede Globo e procure se informar através da internet, pois aqui eles ainda não conseguiram dominar como meio de comunicação totalmente aliada a Burguesia.

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Redes sociais na internet tentam aproximar candidatos do eleitor

 

Agência Brasil

Publicação: 21/06/2010 09:24

São Paulo - Nas últimas eleições presidenciais nos Estados Unidos, um dos assuntos mais comentados foi o uso das redes sociais na internet pela candidatura de Barack Obama. A força dessas redes nas eleições norte-americanas chamou a atenção de vários países, atraiu presidentes como o venezuelano Hugo Chávez e entrou nas eleições deste ano no Brasil. Os quatro principais candidatos à presidência da República no Brasil já aderiram, por exemplo, ao Twitter, uma rede social em que os usuários da internet podem digitar textos curtos, de no máximo 140 caracteres.
Um dos primeiros a aderir ao Twitter foi o candidato José Serra (PSDB). Há pouco mais de um ano, Serra dedica algumas horas de suas madrugadas conversando com os “twitteiros” (como são chamadas as pessoas conectadas ao Twitter). Os candidatos Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (P-SOL) também estão conectados a essa rede. Eles aproveitam o espaço para conversar com seus militantes e eleitores e para informar, por exemplo, em que cidade estarão ou para que veículo de imprensa darão entrevista.

 

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Globo obriga Galvão Bueno a debochar de si mesmo

cala boca galvão

Emissora quer passar imagem mais simpática do locutor. Galvão finge que não está nem aí para a campanha "Cala Boca Galvão"
Mesmo contrariado, Galvão Bueno está sendo obrigado a fingir que não está incomodado com a campanha "Cala Boca Galvão", que está crescendo a cada dia na internet, chegando a ser comentada mundialmente.
A Globo fez o apresentador mostrar-se de bom humor no programa Central da Copa, de Tiago Leifert, deixando transparecer que não está nem aí. E a cena está sendo reprisada em outros programas da casa.
A antipatia por ele é tão grande que a Band está crescendo consideravelmente no Ibope (deu 11 pontos de média com a estreia do Brasil na Copa), fazendo a Globo perder audiência. O público está mudando de canal para não ter de ouvir Galvão falando.
O objetivo da Globo é deixar passar ao público uma imagem de um Galvão Bueno mais simpático, que aceita brincadeiras e sabe rir de si mesmo.
Mas o comentário nos bastidores é que o narrador da Globo não está nem um pouco satisfeito com essa história toda. Muito menos com a pressão da emissora.
A CGCom (Central Globo de Comunicação) procurou o blog por telefone e disse que a nota é “maldosa e incorreta”. A assessoria da Globo afirmou que a emissora jamais forçou Galvão Bueno a brincar com o episódio Cala a Boca, Galvão. Na visão da emissora, tudo ocorreu de forma espontânea e divertida e as imagens na íntegra mostram um Galvão “absolutamente relaxado”. (Fabíola Reipert, colunista do R7 / Colaborou Miguel Arcanjo Prado, repórter do R7 - 17/06/2010)

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As eleições e o monopólio da mídia

plinio Leia artigo do pré-candidato à presidência da República pelo PSOL, Plínio Arruda Sampaio, acerca da cobertura eleitoral e das relações entre comunicação e política. Para Plínio, “O verdadeiro motivo da omissão da minha pré-candidatura parece buscar justificar a exclusão dos debates na TV. Embora o PSOL tenha o direito legal que reivindicará de estar nos mesmos, tendo em vista que tem bancada na Câmara dos Deputados. Apesar dos três candidatos melhor colocados nas pesquisas ostentem elevados índices de preferência popular – impulsionados pela exposição massiva e cotidiana nas redes de TV, rádios e jornais – a burguesia não quer debater temas perigosos para eles. E isso é exatamente o que a candidatura do PSOL fará.”

Na última quinzena estive em diversas cidades do Brasil. No dia 19 de maio, fui a Brasília, onde participei da “Primeira Marcha Nacional contra a Homofobia” e falei para estudantes da UnB. De lá, voei para Francisco Beltrão, no Paraná, onde me esperavam três mil assentados de reforma agrária para ouvir uma palestra sobre agroecologia. A parada seguinte foi em Fortaleza, no Ceará, a fim de discutir o Programa de Governo, nos dias 22 e 23 de maio. No dia 24, participei de debate sobre as violações aos direitos humanos na Semana de Jornalismo da PUC-SP e, à noite de um seminário de lançamento da campanha em defesa da convivência familiar promovido pelo Conselho Regional de Serviço Social, também na capital paulista.
Neste mesmo período a OAB, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e a rádio CBN anunciaram debates com os três pré-candidatos do sistema. O pré-candidato do PSOL não foi convidado. E, na sequência, percorri as capitais do Sul do país (Curitiba, Santa Catarina e Porto Alegre), nos dias 26 a 28, em diversas atividades. À exceção de Porto Alegre e Santa Catarina, onde a mídia em geral e os veículos impressos em particular repercutiram as atividades, o silêncio foi quase total.
No sábado dia, 29, pela manhã, participei de outro debate, no TUCA, promovido pelo Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e à Educação Popular. À tarde, a candidata pelo PV Marina Silva participou do debate. Pois bem, os grandes órgãos de imprensa, à exceção do Terra, apesar de avisados, não deram uma linha de informação sobre minha presença nessas atividades apesar de cobrirem a presença da candidata do PV no evento. É a cortina de silencio sobre a candidatura que não pode ser noticiada.

Por que?

A “justificativa” é que o candidato é nanico e nem aparece nas pesquisas. O fato é que o pré-candidato do PSOL é socialista e, como tal, tem uma proposta diametralmente opostas dos três preferidos da grande mídia.
O verdadeiro motivo da omissão da minha pré-candidatura parece buscar justificar a exclusão dos debates na TV. Embora o PSOL tenha o direito legal que reivindicará de estar nos mesmos, tendo em vista que tem bancada na Câmara dos Deputados.
Apesar dos três candidatos melhor colocados nas pesquisas ostentem elevados índices de preferência popular – impulsionados pela exposição massiva e cotidiana nas redes de TV, rádios e jornais – a burguesia não quer debater temas perigosos para eles. E isso é exatamente o que a candidatura do PSOL fará.
Temas “perigosos” são as soluções reais para os problemas da classe trabalhadora: emprego, terra para trabalhar e morar, educação, saúde, segurança e previdência social. Não convém que o povo conheça tais soluções, pois, se a atual tendência de aplicação de capitais estrangeiros no Brasil vier a se alterar (e a direita sabe que isto pode acontecer a qualquer momento) o “saco de bondades” do governo Lula terá de ser substituídos pelo “saco de maldades” do próximo governo seja quem for o eleito. E a mudança de ocupante da cadeira precisa ser vista pelo povo como a “única alternativa”.
Como realizar esta mágica se o povo tiver tomado pelo conhecimento da existência de alternativa?
A conduta da grande imprensa mostra bem a limitação da “democracia brasileira”. Sem uma pressão de opinião pública sobre esses veículos de comunicação, será impossível romper o círculo vicioso: não merece noticiário por que não aparece nas pesquisas e não aparece nas pesquisas porque não aparece no noticiário.

Plínio Arruda Sampaio

Fonte: http://pliniopresidente.com/

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TV Brasil Internacional vai mostrar verdadeira imagem do país para o mundo, diz Lula

200px-TV_Brasil_Microfone O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (24/5), durante o lançamento da TV Brasil Internacional, que o novo canal servirá para mostrar para o mundo a verdadeira imagem do Brasil e o que o país tem de melhor.
"Estamos realizando mais um sonho, que ainda não acordamos. Essa TV pode ser o jeito de ser deste país, na cultura, no futebol, na política. Uma TV plena que vai desnudar este país maravilhoso que o mundo não conhece", disse Lula.
Segundo o presidente, atualmente a imagem do Brasil no exterior é como se fossem transmitidos apenas os piores momentos do país e a TV Brasil Internacional servirá para mudar esse quadro.
"Essa TV pública pretende ser a cara do Brasil no exterior. Quando fazemos as coisas lá para fora parece que fazemos os piores momentos. Então, não queremos que fique lá fora a imagem dos piores momentos do Brasil, mas a imagem que somos", afirmou.
A TV Brasil Internacional iniciou na segunda-feira (24/5) sua transmissão para 49 países do continente africano. O canal será transmitido em língua portuguesa, como fazem os canais das TVs públicas internacionais (BBC/Inglaterra, RTVE/Espanha, RAI/Itália, Canal Cinq/França, NHK/Japão), que transmitem em sua língua natal.
A programação será composta por conteúdos próprios da TV Brasil, com ênfase em aspectos informativos e culturais sobre o Brasil, ajustados ao fuso horário de Angola, que é de quatro horas a mais que o horário de Brasília.
Em seu discurso, Lula disse ainda que o novo canal servirá para mostrar aos céticos que "nem tudo que é público é ruim e o que é privado é um centro de excelência". Para ele, é possível construir uma televisão pública sem ser apenas um canal de divulgação das ações do governo.
"Tem gente que elogia a BBC, que é um veiculo de comunicação pública. Queremos provar que é possível fazer uma TV pública de qualidade, republicana, que não seja chapa branca nem oposição."
A presidente da Empresa Brasil de Comunicação, Tereza Cruvinel, disse que a ideia de começar a transmissão do canal internacional pela África se originou da demanda daquele continente por programação audiovisual e também pela dívida que o Brasil tem com o povo africano.
"Entendemos que, tal qual pensa o presidente Lula, temos uma dívida enorme com a África que não pode se pagar com dinheiro, mas com solidariedade", disse Cruvinel.
Segundo ela, a TV Brasil Internacional também vai ter em sua grade de programação o conteúdo produzido por outros canais públicos, como as TV Câmara, Senado e Justiça. (Agência Brasil - 24/05/2010)

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Na ‘nova’ Folha de S. Paulo, sai ‘Brasil’, entra ‘Poder’. Sai ‘Dinheiro’, entra ‘Mercado’

Pacote de novidades da Folha tem novos colunistas, entre os quais empresários e representantes dos Bancos; cadernos mudam de nome
A partir de domingo, quando estreia o novo projeto gráfico e editorial da Folha, o jornal passa a contar com um grande elenco de novos colunistas. Cadernos estão sendo reformulados e alguns deles também terão novos nomes.
O atual caderno Brasil passa a se chamar Poder. Dedicado aos interesses do cidadão e à esfera pública, o caderno faz a cobertura dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de tratar de assuntos relacionados à religião, ao meio ambiente, aos movimentos sociais e às diversas organizações da sociedade civil.
Este ano, Poder, editado pela jornalista Vera Magalhães, tem na cobertura das eleições gerais (para presidente, governador, dois senadores, deputado federal e deputado estadual) o seu principal foco de atenção.
A atriz Fernanda Torres, que estreou como dramaturga em 2009 com a peça "Deus É Química", passa a escrever em Poder quinzenalmente, aos sábados, sobre as eleições. Dividirá o espaço com o diretor-executivo da ONG Transparência Brasil, Cláudio Weber Abramo.
O caderno Dinheiro, editado pelo jornalista Raul Juste Lores, passa a se chamar Mercado. E vai receber 15 novos colunistas em suas páginas.
Entre eles, o empresário Eike Batista, empreendedor das áreas de mineração e siderurgia, hoje o brasileiro mais rico segundo a revista "Forbes", que escreverá mensalmente.
Como ele, também escreverão todo mês Fábio Barbosa, presidente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e do Banco Santander no Brasil, e o deputado Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda do governo Luiz Inácio Lula da Silva e coordenador da campanha de Dilma Rousseff à Presidência.
O publicitário Nizan Guanaes escreverá em Mercado a cada 15 dias. Sócio majoritário do grupo ABC, Guanaes se divide hoje entre Nova York e São Paulo e pretende fazer com que sua colaboração se beneficie dessa dupla residência.
Dando ênfase ao funcionamento da economia real, ao mundo dos negócios, aos gargalos e desafios que o Brasil deve enfrentar, Mercado terá ainda uma série de novidades.
A coluna "Mercado Aberto", editada pela jornalista Maria Cristina Frias, ganhará novas seções e passa a ocupar uma página inteira. Será publicada diariamente, com exceção dos sábados. Nesse dia, estreia a seção "Cifras e Letras", dedicada a livros de economia, administração, negócios e carreiras.
Outra novidade de Mercado será a seção diária de "Commodities", com as tendências do setor mais forte da balança comercial brasileira.
O FolhaInvest, que circula às segundas, também será reforçado. A consultora Márcia Dessen escreverá semanalmente uma coluna dedicada à educação financeira e aos investimentos dos leitores. Outros dois novos colunistas, quinzenais, serão Maria Ines Dolci, especialista em direito do consumidor, e Gustavo Cerbasi, autor de best-seller sobre finanças pessoais.
Mais novidades
A jornalista, cronista e tradutora Vanessa Barbara passa a escrever aos domingos uma crítica semanal de TV, na Ilustrada. "Minha intenção é tentar aliar um formato mais leve, de crônica, ao texto mais tradicional de crítica de TV", diz Vanessa, 27. Ela é autora de "O Livro Amarelo do Terminal" (Cosac Naify, 2008), que recebeu o prêmio Jabuti de reportagem.
O jornalista da Folha Jairo Marques, que é cadeirante, terá uma coluna quinzenal sobre o assunto em Cotidiano, às terças-feiras. Ele também assina o blog "Assim como Você", na Folha Online.
Aos domingos, a Folha passa a publicar o caderno Ilustríssima, editado pelo jornalista e tradutor Paulo Werneck, que substitui o Mais!. Dedicado à cultura, aos assuntos de ciência e a grandes reportagens, a Ilustríssima pretende se destacar pela narrativa de alta qualidade e desprovida de jargão acadêmico, publicando ensaios, poesia, dramaturgia e quadrinhos.
O caderno Informática, que circulava às quartas, será substituído pelo Tec, editado pelo jornalista Rodolfo Lucena. O novo caderno vai tratar do mundo virtual tecnológico fazendo a cobertura extensiva das redes sociais, dos novos games e das tendências de mercado e negócios da área. (Fonte: Redação da Folha de S. Paulo - 05/2010)

NOTA DO IZB: O PIG aplaude de pé! A Folha ficou mais ‘negócio’ e menos ’serviço público’. Em seu ‘Pacote de Novidades’ prometido para este fim de semana, sai o caderno ‘Brasil’, entra ‘Poder’; sai o caderno ‘Dinheiro’, entra ‘Mercado’. No trocadilho, sai ‘Brasil’, entra ‘Mercado’, esse ente misterioso e voraz, que afirma não existirem mais países nem fronteiras, mas apenas ele, o ‘MERCADO’, pairando sobre os vivos e os mortos! Entre os novos ‘colonistas’ da Folha, o empresário Eike Batista, o presidente da Febraban, Fábio Barbosa, e uma representante da família Frias para comandar a coluna ‘Mercado Aberto’. Outras colunas ‘novas’ vão se chamar: ‘Commodities’, ‘Cifras e Letras’ (é de matar!!), entre outras. Finalmente o jornalão paulista assume definitivamente seu caráter Capitalista e de legítimo representante dos moradores da esquina entre a Avenida Paulista e o Leblon. Viva a Folha! Viva o PIG! (Partido da Imprensa Golpista).

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