Instituto Zequinha Barreto

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Instituto Zequinha Barreto completa cinco anos
Em junho vamos comemorar cinco anos da fundação, por ativistas dos movimentos sociais da região de Osasco, do Instituto Socialismo e Democracia José Campos Barreto.

O IZB, como ficou conhecido, é um espaço dedicado ao debate das idéias e ideais socialistas, à formação política e à preservação da memória da luta operária e popular.

Seu nome é uma justa homenagem a José Campos Barreto, o Zequinha, líder da greve metalúrgica de 68 em Osasco e histórico militante socialista. Zequinha Barreto foi assassinado ainda jovem, em 1971, junto com o Capitão Carlos Lamarca pelas forças da repressão.
Como um espaço voltado à difusão do pensamento socialista, o IZB não se furta em fazer de forma plural o debate sobre temas atuais e históricos e que têm implicações diretas na vida dos trabalhadores. Aposta na formação política dos lutadores sociais por meio de cursos, debates e grupos de estudos. Incentiva o acesso ao conhecimento através da Biblioteca Popular Arcênio Rodrigues da Silva. E é solidário a todas às lutas, a todas formas de manifestação e resistência à opressão, contra o poder do capital, contra a lógica neoliberal, aqui e em qualquer parte do mundo.

O IZB atua em parceria permanente com o Sindicato dos Químicos Unificados de Osasco, Campinas e Vinhedo. Sua Sede e a Biblioteca Popular funcionam na sede do Sindicato dos Químicos de Osasco. Além desta parceria, o IZB desenvolveu e desenvolve atividades conjuntas com outros sindicatos, entidades, associações e organizações dos movimentos sociais.

Como participar:
O IZB é um espaço aberto à participação de todos aqueles que se reivindicam socialistas e têm uma atuação prática e democrática voltada para a propagação desta causa. A associação ao Instituto dá direito a participação nas Assembléias deliberativas e outros fóruns de decisão, votar e ser votado para órgãos de direção, receber publicações e participar de cursos e seminários. Todos os sócios, com exceção dos que não tenham condições de contribuir, devem ajudar financeiramente o Instituto para a manutenção de suas atividades.

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7 Comentários »

  1. Flávio Dantas disse,

    25 de Agosto de 2008 @ 15h 56m 48s

    Olá, companheiros

    Desde que morava em Uibaí - Sertão da Bahia, alguns quilometros próximo ao trecho Ipupiara-Brotas de Macaúbas - tinha interesse pela história desse herói do povo brasileiro. Fico muito feliz em saber que o mesmo é nome de um instituto socialista e gostaria de saber mais sobre o mesmo.
    Inclusive, gostaria de saber que tipo de iniciativa já foi tomada pelo mesmo na região do mesmo - e ofereço-me para, na medida do possível, contribuir para que a história de Zequinha Barreto nunca seja esquecida.

    Flávio Dantas
    formando em história - Uefs
    Feira de Santana

  2. admin disse,

    25 de Agosto de 2008 @ 17h 08m 27s

    Prezado Flávio Dantas

    Muito bom saber que aí na Bahia, mais precisamente em Feira de Santana, há um camarada disposto a manter viva a memória de Zequinha Barreto. O IZB agradece o apoio. O IZB é um espaço aberto, como afirmamos acima. Na região de Brotas de Macaúba contamos com o apoio entusiasmado do irmão de Zequinha, Olderico Campos Barreto e planejamos em breve ter um espaço do IZB aí na Bahia. Em Osasco/SP, onde fica a nossa sede e onde Zequinha viveu uma parte importante da sua militância, sendo um dos protagonista da greve de 68, temos a Biblioteca Arsênio Rodrigues e desenvolvemos uma série de atividades e cursos. Em breve vamos lançar um livro sobre a história do Zequinha Barreto e queremos contar com o apoio de pessoas como você para divulgar esta iniciativa em outras regiões.
    Mantenha contato. Um abraço.

    Márcio Bento - Pela Coordenação do IZB

  3. José Soares disse,

    28 de Março de 2009 @ 07h 54m 15s

    Companheiros,
    Que bom que v. organizaram um espaço como este, dedicado àquele que foi um dos grandes lutadores contra a ditadura militar e a exploração capitalista. Eu fui operário metalúrgico na Twill, onde Oderico trabalhou. Lá, encontrei muitos companheiros que militaram com Zequinha. Os companheiros lembravam o Zequinha das lutas e, quando nas horas vagas, dedilhava o violão, cantarolando as canções de protestos dos idos de 68/69. Ou seja, a memória continua viva! Hoje, sou professor universitário na UFG, mas sigo na luta por uma sociedade sem exploradores e sem explorados: uma sociedade socialista.
    Saudações proletárias…
    Prof. José Soares

  4. Antonio Ernesto Serra Gomes disse,

    30 de Julho de 2009 @ 16h 54m 56s

    Caros Camaradas,
    Ficamos muito felizes por saber deste tão importante trabalho que vocês estão realizando.
    Aqui no Rio de Janeiro estamos, já por dois anos, realizando curso de marxismo. E marchamos para construir um instituto.
    Hoje já demos cursos para mais de 1000 pessoas. E somos o mais bem estruturado curso do Rio.
    Agora estamos preparando o V curso de marxismo, que esta programado para começar em 12 de setembro.
    Quarquer questão podem contar com nossa solidariedade.
    Um forte abraço
    Saudação socialista.
    Prof. Ernesto

  5. jakline disse,

    31 de Julho de 2009 @ 11h 40m 28s

    Olá Zequinha gostaria que se fosse possível você me mandar o poema de Rachel de Queiroz “Entre a casa é sua”. Sei que o texto inicia-se com esta frase se for possível ,envie no meu e-mail. Ficarei muito agradecida se me ajudar a encontrar este poema.Ha dias que procuro e não consigo achar então vi no seu blog uma iniciação do mesmo, mas não o achei.
    Ficarei muito agradecida se puder me ajudar.
    Mais uma vez muito obrigada.
    Jakline

  6. Lucas Prado disse,

    1 de Outubro de 2009 @ 10h 00m 09s

    Gostaria de saber se vc teria a Declaração da Bahia (1960), histórico documento do movimento estudantil, para me disponibilizar? Aguardo sua resposta. Grato.

  7. Paulo Gonçalves disse,

    17 de Outubro de 2009 @ 10h 25m 53s

    AMÉRICA DE ABREU E LIMA

    Uma viagem pela Grã-Colômbia com o General das Massas

    Acaba de ser lançado o site América de Abreu e Lima (www.americadeabreuelima.com.br), cujo conteúdo é o resultado de uma pesquisa sobre aspectos políticos, sociais, ambientais, artísticos, urbanísticos e de costumes de várias nações sul-americanas no início do século XX, além de mini-biografias de alguns importantes personagens. Seu fio condutor é a trajetória do pernambucano José Inácio de Abreu e Lima pela região, entre 1818 e 1830.

    Realizado a partir de escritos do próprio Abreu e Lima e de outros autores do seu tempo, além de estudiosos contemporâneos, não se trata de publicação acadêmica, mas de informação e de estímulo ao debate sobre uma importante figura histórica e o período de grandes transformações no qual viveu, que moldou a América de hoje. Com redação final, em linguagem jornalística, de Paulo Santos de Oliveira, autor de “A Noiva da Revolução” e “Seis de Março”, esta pesquisa também está subsidiando este escritor na preparação do seu novo romance, “O General das Massas”, e ao pintor José Cláudio, que trabalha sobre o tema.

    Abreu e Lima

    O general José Inácio de Abreu e Lima nasceu no Recife, em 1792, e morreu nessa mesma cidade, em 1869. Este site está sendo lançado, portanto, no ano do 140º aniversário da sua morte, e também naquele que antecede o bicentenário do início das lutas de libertação da América Hispânica, ocorrido em 1810, das quais esse militar e intelectual pernambucano foi um destacado participante.

    Exilado após a Revolução de 1817, o então jovem capitão alistou-se no exército de Simón Bolívar, ao lado de quem, durante treze anos, percorreu um vasto território, abrangendo os atuais Panamá, Equador, Peru, Bolívia e Colômbia e Venezuela, que ajudou a libertar da dominação espanhola.

    Pelo seu desempenho nos campos de batalha, Abreu e Lima alcançou o posto de general, conquistando um lugar no seleto rol dos “Libertadores das Américas” e tornando-se o brasileiro que mais se distinguiu no exterior,

    Também desenvolveu um intenso trabalho como jornalista, polemista, ensaísta e historiador, cabendo-lhe o mérito, entre outros, de haver sido o primeiro a divulgar as idéias socialistas no continente. Por sua luta a favor das classes menos favorecidas, ganhou, de volta ao Brasil, o apelido de “General das Massas”.

    O projeto

    Coordenado pelo jornalista Paulo Gonçalves, este projeto de pesquisa teve produção executiva de Andrea Mota, consultoria acadêmica da mestra Tatiana Ferraz, fotos de Vlademir Almeida, e o site foi desenvolvido site pela 2abad - Design e Imagem Corporativa, tudo com apoio da Fundarpe, através do Funcultura/2008.

    Serviço:

    Endereço eletrônico: www.americadeabreuelima.com.br

    Contatos:

    Paulo Gonçalves, pgon@uol.com.br

    Fones: (81) 3221.5888 / 9635.3912

    Paulo Santos de Oliveira, pso1952@gmail.com

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