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Adeus, Lenin!

Em 1989, pouco antes da queda do muro de Berlim, a Sra. Kerner (Katrin Sab) passa mal, entra em coma e fica desacordada durante os dias que marcaram o triunfo do regime capitalista. Quando ela desperta, em meados de 1990, sua cidade, Berlim Oriental, está sensivelmente modificada. Seu filho Alexander (Daniel Brühl), temendo que a excitação causada pelas drásticas mudanças possa lhe prejudicar a saúde, decide esconder-lhe os acontecimentos. Enquanto a Sra. Kerner permanece acamada, Alex não tem muitos problemas, mas quando ela deseja assistir à televisão ele precisa contar com a ajuda de um amigo diretor.

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A revolução não será televisionada

The revolution will not be televised) Documentário. 2003. Irlanda.

A revolu    o n  o ser   televisionada - A revolu    o n  o ser   televisionada
O documentário A revolução não será televisionada, filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain, apresenta os acontecimentos do golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela realizando, desde setembro de 2001, um documentário sobre o presidente Hugo Chavez e o governo bolivariano quando, surpreendidos pelos momentos de preparação e desencadeamento do golpe, puderam registrar, inclusive no interior do Palácio Miraflores, seus instantes decisivos, respondido e esmagado pela espetacular reação do povo.

É apresentado o cenário em que se desencadeiam os acontecimentos de abril de 2002. A Venezuela está entre os cinco maiores países produtores de petróleo do mundo, sendo um dos maiores fornecedores dos Estados Unidos. Ao assumir a presidência, em 1998, Hugo Chavez passou a defender a distribuição dos rendimentos auferidos com o petróleo para investimentos sociais voltados à maioria do povo e intensificou as críticas às políticas liberais inspiradas nos EUA, o que levantou a ira das classes dominantes locais e do imperialismo norte-americano, acostumados a governos submissos.

A partir de então, o governo de Hugo Chavez e a “revolução bolivariana” passariam a enfrentar, diariamente, uma verdadeira cruzada na mídia empreendida pelos cinco canais de televisão privada do país. A cruzada foi respondida com o avanço da mobilização e a organização da grande massa de explorados do país, abrangendo mais de 80% da população pobre. Em 1999 foi aprovada, por meio de referendo popular, a nova Constituição da Venezuela. Ela ampliou a participação política das massas populares através da organização dos círculos bolivarianos pelos bairros e favelas.

Com bastante propriedade, o documentário consegue mostrar a permanente campanha de mentiras urdida pelos meios de comunicação contra o governo de Hugo Chavez, as relações da grande mídia com a elite econômica, militares dissidentes e a articulação dos EUA na manipulação dos fatos. Evidencia também a intervenção direta do imperialismo norte-americano na organização do golpe, em sua preparação e organização na embaixada americana em Caracas que foi, posteriormente, comprovada com documentos. Como disse o então diretor da CIA George Tenet, em entrevista na TV Venezuelana, dias antes do golpe, Chavez “não está preocupado com os interesses dos EUA”.

As articulações que envolveram a grande mídia na tentativa golpista foram por ela mesma reveladas, momentos depois de empossarem Pedro Carmona. Momentos, aliás, muito bem registrados no documentário: mostram a arrogância do procurador, designado por Carmona, ao anunciar a dissolução do Congresso, da Corte Suprema e revogar a Constituição, e depois de algumas horas, todo assustado, ao ser preso, num canto de uma sala do palácio.

Outro aspecto importante do documentário é a revelação da manipulação dos canais de televisão comerciais sobre os responsáveis pelos assassinatos dos manifestantes em 11 de abril de 2002. Todos os canais privados de televisão que, junto à imprensa escrita e radiofônica, justificaram o golpe de estado de 11 de abril com uma edição de imagens em que aparece um grupo de apoiadores de Chavez, situados na Ponte Llaguno de Caracas, realizando disparos. Estas imagens foram utilizadas para afirmar que “Chávez foi quem ordenou disparar contra a multidão”. “A revolução não será televisionada” demonstra, ao apresentar a edição completa da seqüência de imagens (manipulada na edição das TVs), que os grupos situados sobre a Ponte Llaguno de Caracas respondem ao fogo de franco-atiradores (estes sim atiram nos manifestantes) e não disparam sobre os manifestantes.

O ponto alto do documentário é registrar a força das massas exploradas que derrotam os golpistas e restituem o governo a Hugo Chavez. O povo enfrentou e passou por cima de toda a mentira, fraude, manipulação da informação, da repressão iminente e mostrou que é mais forte. Não aceitou as “notícias”, recusou-as e saiu às ruas na manhã de sábado, 13 de abril, para denunciar que Chavez “não renunciou! Está seqüestrado!” e “não te queremos Carmona! Ladrão!”. Centenas de milhares de pessoas nas ruas cercam o Palácio Miraflores para exigir “Queremos a Chavez!” e clamar “Chavez amigo, o povo está contigo!”.

Um ponto importante a ser identificado e debatido: durante a noite do dia 11 de abril e na madrugada do dia 12, o Palácio Miraflores foi cercado e os golpistas ameaçaram bombardeá-lo caso Chavez não renunciasse.

Chavez resistia e afirmara que não renunciaria. As horas passam e o prazo dado pelos golpistas estava por terminar. A maioria do governo considerou que não havia saída: “O jogo acabou… é a vitória da morte” afirmara seu Ministro do Desenvolvimento. O Conselheiro Político expressou que “os adversários eram muito poderosos e não deu tempo… Não organizamos uma política de comunicações”. Por volta das 3:30 h da madrugada, Chavez comunica que sairia e se entregaria, mas sem renunciar, para ficar claro que se tratava de um golpe. Um sinal de que aquele não seria o desfecho final é manifestado pelo próprio Chavez, na saída do Palácio, diante da afirmação de um aliado que grita: “Presidente voltaremos”. Chavez afirma “Ora! Nem fomos embora”.
Porém a decisão de se retirar e ceder às chantagens revela uma certa subestimação da capacidade do povo empreender resistências vigorosas e múltiplas a ponto de derrotar os golpistas. E mais: indica que a organização das massas exploradas para resistir a estas situações não era uma possibilidade presente na consciência política das forças que apóiam o governo de Hugo Chavez. Portanto, não poderiam vislumbrá-la e dela lançar mão. Apenas se conformaram: “Não havia saída”, “O jogo acabou”. Para eles, não faltava uma política para organizar as classes dominadas, mas sim o que “não organizamos [foi] uma política de comunicações”.

A preparação e organização dos trabalhadores e das massas populares para fazer frente ao antagonismo das classes dominantes e do imperialismo norte-americano, que a luta de classes coloca na ordem do dia, não pode depender da iniciativa “espontânea” das massas exploradas. O fato de, neste episódio, elas terem se levantado e vencido o golpe não poderia justificar a manutenção desse nível de organização política. Debilidade que se evidenciaria perigosa para a defesa dos interesses do povo venezuelano.
Estes pontos estimulam todos os revolucionários e verdadeiros democratas a refletirem sobre a luta antiimperialista. A experiência recente da América Latina é rica neste sentido. Cabe aprender com os erros e não se contentar com as insuficiências que batalhas vitoriosas possam ocultar, desviando o povo do caminho da luta pela libertação nacional.
Ao contrário dos governos que estão até a alma comprometidos em garantir os interesses do capital financeiro internacional, o governo Chavez segue tomando medidas que atingem o imperialismo e as classes dominantes da Venezuela. Os acontecimentos registrados pelo documentário levaram o presidente Hugo Chavez e a maioria de seu governo a avançarem e implementarem medidas de estímulo à organização política do povo venezuelano a fim de resistir à ofensiva do imperialismo e impulsionar a “revolução bolivariana”.

Ficha Técnica:

Filmado e dirigido por: Kim Bartley e Donnacha O’Briain

Produção: Power Picture associada à Agencia de Cinema da Irlanda

Edição: Angel H. Zoido

Produtor Executivo: Rod Stonemann

Produzido por: David Power

Irlanda, 2003.

Duração:74 minutos, legendas em português.

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Origem do Sindicalismo de Lula

Waldemar Rossi, militante histórico da oposição sindical fala da origem da política sindical lulista.

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Assista todos os episódios sobre a Ditadura militar no Brasil
Contos de resistência ( parte1)

Contos da resistência (parte 2)

Contos da resistência (parte 3)

Contos de resistência (parte 4)

Conto de resistência (parte 5)

Conto de resistência (parte 6)

Contos de resistência (parte 7)

Contos da resistência (parte 8/ final)

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Cabra marcado para morrer

Filme genial de Eduardo Coutinho. Em 1964 o filme sobre João Pedro Teixeira, fundador da Liga Camponesa de Sapé, assassinado em 1962, começa a ser rodado com os próprios participantes do movimento e a viúva, Elizabeth Teixeira, como atores. O Golpe Militar de 1964 interrompe abruptamente as filmagens. Soldados invadem o Engenho Galiléia onde o filme era rodado, procurando os líderes da liga e os realizadores do filme. A equipe conseguiu se esconder e fugir no dia seguinte. O material de filmagem foi apreendido, mas parte dos negativos já havia sido mandada para o laboratório, salvando imagens do filme.

Elizabeth, que tomou o lugar do marido na luta das ligas camponesas a frente do sindicato dos Trabalhadores Rurais, teve sua família destruída, foi presa e entra para a clandestinidade.

Após a abertura política, em 1981, Coutinho retoma o trabalho de "Cabra marcado para morrer", agora como um documentário da própria história do filme, partindo atrpas dos camponeses que haviam participado.

De modo genial, o filme lançado em 1984, traça um panorama de um capítulo importante das lutas populares no Brasil.

* * *

Em sala:

Este filme pode ser usado em cursos de formação política em movimentos de luta pela terra, sindicatos de trabalhadores rurais, ou em aulas de ensino fundamental e médio, nas matérias de História do Brasil (Regime Militar, Ligas Camponesas) e Geografia (Questão Agrária).

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Veja o emocionante depoimento de Elizabeth Teixeira durante o 5º Congresso do MST em Brasília, em 2007:

Depoimento parte1

Depoimento parte 2

Depoimento parte 3

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A Batalha de Argel

A Batalha de Argel - de Gillo Pontecorvo

Argélia / Itália, 1965

O filme retrata a revolução que houve na Argélia na década de 50. A população desse país queria se libertar dos franceses, que por sua vez queriam manter a Argélia como colônia. A tortura realizada pelos soldados da França contrasta com as bombas caseiras utilizadas pelos argelianos.

117 minutos – Áudio: Francês – Legendas: Português.


Outro cartaz do filme
Trailer do Filme (Em Francês/Legendas em inglês):

Filme Completo no You Tube (Áudio em Francês - Legendas em Inglês):
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11
Parte 12
Parte 13
Se quiser obter o DVD com legendas em português, entre em contato:

11-3695-0661 - Falar com Pedrina.

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Lista Geral
Povo,

Esta é a lista geral de filmes disponíveis. Logo vai ser organizada, com informações sobre os filmes.
Por enquanto vão apenas alguns filmes, com nome, diretor, país e ano. Mais informações em breve. Em caso de dúvidas, mande um e-mail!

A

À Margem do Concreto de Evaldo Mocarzel (Brasil 2006)
Abril Despedaçado de Walter Salles (Brasil 2001)
Adaptação (Adaptation) de Spike Jonze (EUA 2002)
Adeus, Lênin! (Good Bye, Lenin!) de Wolfganger Becker (Alemanha, 2003)
Alexander Nevsky (Aleksandr Nevskii) de Sergei Eisenstein (URSS - 1938)
Amarcord de Federico Fellini (Itália – 1972)
Amarelo Manga – de Cláudio Assis (Brasil – 2003)
Amor à Flor da Pele (In The Mood For Love) de Wong Kar-Wai (China - 2000)
Amores Brutos (Amores Perros) de Alejandro González Iñárritu (México - 2000)
Anjo Exterminador (El Angel Exterminador) de Luis Buñuel (México - 1962)
O Ano em que meus pais saíram de férias de Cão Hambúrguer (Brasil – 2006)
Apocalipse Now - Redux de Francis Ford Coppola (EUA – 1979)
Araguaya – A conspiração do Silêncio de Ronaldo Duque (Brasil – 2005)
Árido Movie de Lírio Ferreira (Brasil - 2006)
Arquitetura da Destruição (Undergågens Arkitektur) de Peter Cohen (Suécia - 1992)
Ata-me! De Pedro Almodóvar (Espanha - 1989)
Auto da Compadecida de Guel Arraes (Brasil – 2000)
As Aventuras do Barão de Munchausen (The Adventures of Baron Munchausen) de Terry Gillian (Inglaterra – 1989)

B

Babel (Babel) de Ajandro Gonzáles Iñárritu (EUA – 2006)
Baixio das Bestas de Cláudio Assis (Brasil – 2007)
Balzac e a costureirinha chinesa (Balzac et la Petite Tailleuse Chinoise) de Daí Sijie (França/China – 2002)
O Banheiro do Papa (El Banõ del Papa) de César Charlone e Enrique Fernández (Uruguai/Brasil/França – 2007)
Batalha de Argel, A - de Gillo Pontecorvo (Argélia / Itália, 1965)
A Batalha do Chile (La Batalla de Chile) de Patricio Guzmán (Chile - 1975, 1977, 1979) (4 DVDs)
Batismo de Sangue de Helvécio Ratton (Brasil – 2007)
Beleza Americana (American Beauty) de Sam Mendes (EUA – 1999)
Benjamin de Monique Gardenberg (Brasil – 2004)
Bicho de sete cabeças de Laís Bodanzky (Brasil - 2000)
Blade Runner, O Caçador de Andróides (Blade Runner) de Ridley Scott (EUA – 1982)
Buena Vista Social Club de Win Wenders (EUA – 1999)

C

Cabra-cega de Toni Venturi (Brasil – 2005)
Cabra marcado pra morrer de Eduardo Coutinho (Brasil – 1964-1984)
Caché de Michael Haneke (França/Áustria/Alemanha/Itália - 2005)
Caminho para Guantánamo (The Road to Guantánamo) de Michael Winterbottom (Inglaterra – 2006)
Caparaó de Flávio Frederico (Brasil – 2007)
Capitães de Abril de Maria de Medeiros (Portugal – 2000)
Carandiru de Hector Babenco (Brasil – 2003)
Cartola – Música para os olhos de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda (Brasil – 2006)
Cazuza – O tempo não pára de Sandra Werneck e Walter Carvalho (Brasil – 2004)
Cidadão Kane (Citizen Kane) de Orson Welles (EUA – 1941)
Cidade de Deus de Fernando Meirelles (Brasil – 2002)
Cinema, Aspirinas e Urubus de Marcelo Gomes (Brasil – 2005)
Cinema Paradiso (Nuovo Cinema Paradiso) de Giuseppe Tornatore (Itália – 1988)
A Classe Operária vai ao Paraíso (il classe operaia va in paradiso) de Elio Petri (Itália – 1971)
Coisas Belas e Sujas (Dirty Pretty Things) de Stephen Frears (Inglaterra - 2002)
Contra Todos de Roberto Moreira (Brasil – 2004)
The Corporation de Jennifer Abbott e Mark Achbar (Canadá – 2004)
Corra, Lola, Corra (Lola Rennt) de Tom Tykwer (Alemanha - 1998)
Crônica de uma fuga (Crônica de uma fuga) de Adrián Caetano (Argentina – 2006)
Cronicamente Inviável de Sérgio Bianchi (Brasil - 2000)
A culpa é do Fidel! (La faute à Fidel!) de Julie Gavras (França/Itália – 2006)
Curtas de Jorge Furtado (Brasil – 1984 - 2004)

D

Danton - O Processo da Revolução (Danton) de Andrzej Wajda (França/Polônia - 1982)
De Passagem de Ricardo Elias (Brasil - 2003)
O Declínio do Império Americano (Le Déclin de l’Empire Américain) de Denys Arcand (Canadá 1986)
Desmundo de Alain Fresnot (Brasil - 2003)
Deus e o Diabo na Terra do Sol de Glauber Rocha (Brasil - 1964)
Dia de Festa de Toni Venturi e Paulo Georgieff (Brasil 2006)
Diários de Motocicleta de Walter Salles (EUA-2004)
Dogville de Lars Von Trier (França - 2003)
2001 - Uma Odisséia no Espaço (2001: A Space Odissey) de Stanley Kubrick (EUA - 1968)
12 homens e uma sentença (12 angry men) de Sidney Lumet (EUA - 1957)
12 Macacos, Os (Twelve Monkeys) de Terry Gilliam (EUA - 1995)
12 Trabalhos, Os de Ricardo Elias (Brasil - 2007)
Dr. Fantástico (Dr. Strangelove or How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb) de Stanley Kubrick (Inglaterra - 1964)
Doutor Jivago (Dr. Zhivago) de David Lean (EUA - 1965)

E

Edukators (Die Fetten Jahre Sind Vorbei) de Hans Weingartner (Alemanha - 2004)
Elefante (Elephant) de Gus Van Sant (EUA - 2003)
Encontro com Milton Santos ou O Mundo Global Visto do Lado de Cá de Silvio Tendler (Brasil - 2007)
Encouraçado Potemkin de Sergei Eisensenstein (URSS - 1925)
Enígma de Kaspar Hauser de Werner Herzog (Alemanha)
Ensaio Sobre a Cegueira (Blindness) de Fernando Meirelles (Brasil/Canadá/Japão - 2008)
Entreatos de João Moreira Salles (Brasil - 2004)
Esquecidos, Os (Los Olvidados) de Luis Buñuel (México - 1950)
Estado de Sítio (État de Siège) de Costa Gavras (França/Itália/Alemanha - 1973)
Estamira de Marcos Prado (Brasil - 2006)

F

Fabricando Tom Zé de Décio Matos Jr. (Brasil - 2007)
O fabuloso destino de Amélie Poulain (Le fabuleux destin d’Amélie Poulain) de Jean-Pierre Jeunet (França - 2001)
Farenheit 11 de Setembro (Farenheit 9/11) de Michael Moore (EUA - 2004)
Frida de Julie Taymor (EUA - 2002)

G

Glauber - Labirinto do Brasil de Silvio Tendler (Brasil - 2004)
Greve, A (Stachka) de Sergei Eisenstein (URSS - 1924)
Guerra de Canudos de Sérgio Rezende (Brasil - 1997)

H

O Homem que copiava de Jorge Furtado (Brasil - 2002)
O Homem que virou suco de João Batista Andrade (Brasil - 1980)

I

O Iluminado (The Shining) de Stanley Kubrick (EUA - 1980)
As Invasões Bárbaras (Les Invasions Barbares) de Denys Arcand (Canadá - 2003)
O Invasor de Beto Brant (Brasil - 2001)
Ivan, O Terrível (Ivan Groznyi) de Sergei Eisenstein (URSS - 1944)
Ivan, O Terrível – Parte II (Ivan Groznyi, Boyarskii Zagovor) de Sergei Eisenstein (URSS – 1945-48)

J

Janela da Alma de João Jardim e Walter Carvalho (Brasil - 2002)
Jardineiro Fiel, O (The Constant Gardener) de Fernando Meirelles (EUA - 2005)
Justiça de Maria Augusta Ramos (Brasil - 2004)

K

Kenoma de Eliane Caffé (Brasil - 1998)

L

Labirinto do Fauno (El Laberinto del Fauno) de Guilhermo del Toro (Espanha/México - 2006)
Laranja Mecânica de Stanley Kubrick (Inglaterra - 1971)
Lavoura Arcaica de Luis Fernando Carvalho (Brasil - 2001))

M

Machuca de Andrés Wood (Chile/Espanha - 2004)
A mãe de Vsevolod Pudovkin (URSS - 1924)
Matrix de Andy Wachowski e Larry Wachowski (EUA - 1999)
Memórias do saque de Fernando Solanas (Argentina)
Memórias do Subdesenvolvimento (Cuba)

N

Nascido para matar de Stanley Kubrick (EUA - 1987)

O

Obrigado por fumar (Thank You for Smoking) de Jason Reitman (EUA - 2006)
O ódio de Mathieu Kassovitz (França)
Olga de Jaime Monjardim (Brasil - 2004)
Ônibus 174 de José Padilha (Brasil - 2002)
11 de Setembro (11′09′01) de Youssef Chahine, Amos Gitai, Alejandro Gonzáles Iñárritu, Shohei Imamura, Claude Lelouch, Ken Loach, Samira Makhmalbaf, Mira Nair, Idrissa Ouedraogo, Sean Penn e Danis Tanovic. (França - 2002)
O Que É Isso, Companheiro? de Bruno Barreto (Brasil 1997)
Outubro (Oktyabre) de Sergei Eisenstein (URSS - 1927)

P

Pão e Rosas de Ken Loach
Pierre Verger - Mensageiro entre dois mundos de Lula Buarque de Hollanda (Brasil - 1998)
Pixote (Brasil)

Q

Quase dois irmãos (Brasil)

R

Roma Cidade Aberta (Itália - 1945)

S

Os Sonhadores de Bertolucci (França)
Sonho de Rose (Brasil)
Sonho Real por CMI Goiânia (Brasil)
Sou Cuba de Kalatozov (URSS/Cuba)
Sob a névoa da guerra de Errol Morris (EUA - 2003)

T

Terra e Liberdade de Ken Loach
Terra em Transe de Glauber Rocha (Brasil)
Terra para Rose (Brasil)

U

Um homem com uma Câmera (Cheloveks Kinoapparatom) de Dziga Vertov (URSS - 1929)

V

Ventos da Liberdade de Ken Loach
Vinícius de Miguel Faria Jr. (Brasil - 2005)
21 gramas de Alejandro Gonzáles Inharritú (EUA - 2003)
Viva São João de Andrucha Waddington (Brasil - 2002)
Viva Zapata! de Elia Kazan (EUA - 1952)
Vlado - 30 anos depois de João Batista de Andrade (Brasil - 2005)
Vocação de Poder de Eduardo Escorel e José Jofly (Brasil - 2005)
Volver de Pedro Almodóvar (Espanha - 2006)

W

Waking Life de Richard Linklater (EUA - 2001)

Z

Z de Costa-Gavras (Argélia - 1967)
Zona do Crime de Rodrigo Plá (México - 2007)
Zuzu Angel de Sérgio Rezende (Brasil - 2006)

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1 Comentário »

  1. Celso Elias disse,

    23 de Novembro de 2008 @ 01:18

    Não esqueçam do filme “O homem que virou suco”
    Para baixar:
    http://almascorsarias.blogspot.com/2008/08/o-homem-que-virou-suco.html
    Abraços.

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